A GUERRA DO PELOPONESO
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Grécia, Europa, Antigo, Não Ficção, Geografia E Historia, Educação
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Sinopse

No ano de 447 a.C., uma revolução na Boeotia privou Atenas de sua ascensão naquele país. Com um desprezo excessivo por seus inimigos, um pequeno grupo de mil hoplitas atenienses, composto principalmente por jovens voluntários pertencentes às melhores famílias atenienses, junto com alguns auxiliares, marchou sob o comando de Tolmides para conter a revolta, em oposição direta a o conselho de Péricles, que os ajustava a esperar e reunir uma força mais numerosa. A empresa se mostrou desastrosa ao extremo. Tolmides foi derrotado e morto perto de Chaeronea, um grande número de hoplites também caiu no combate, enquanto um número ainda maior foi feito prisioneiro. Esta última circunstância foi fatal para os interesses de Atenas na Boeotia. Para recuperar esses prisioneiros, ela concordou em evacuar a Boeotia, e permitir o restabelecimento das aristocracias que ela havia derrubado anteriormente. Mas os reveses atenienses não terminaram ali. A expulsão dos partidários de Atenas do governo de Phocis e Locris, e a revolta de Euboea e Megara, foram anunciadas em rápida sucessão. O jovem Pleistoanax, rei de Esparta, realmente penetrou, com um exército de lacedaemonianos e aliados do Peloponeso, até o bairro de Elêusis; e a própria capital, diz-se, foi salva apenas por Péricles ter subornado o monarca espartano. Péricles reconquistou Eubéia; mas essa foi a única posse que os atenienses conseguiram recuperar. O império deles em terra desapareceu mais rapidamente do que fora adquirido; e foram, portanto, induzidos a concluir, no início de 445 a.C., a trégua dos trinta anos.

Características
Número de páginas 75
Edição 1 (2020)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista, Radialista, Bacharel em Direito, Escritor, Tutor em EAD e Docente do Ensino Superior, possui mais de 1.000 títulos publicados. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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