Nesta, que é mais uma obra de Alexandre Souza Mendes, A Pintora do Horizonte, pertencente ao mesmo universo de O Terceiro Quadro de Manuel e A Evolução de Inês, conheceremos Alexandra, uma jovem pintora de Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro.
Ela vive ao lado do pai, Eugênio, o homem que assumiu sozinho a missão de criá-la desde a morte de sua esposa, Elvira. Alexandra era ainda muito pequena quando perdeu a mãe, cedo demais para guardar lembranças de sua voz, de seus abraços ou do amor que tantas filhas e filhos têm a oportunidade de conhecer ao longo da vida.
Foi entre o carinho silencioso do pai e a companhia constante da arte que Alexandra cresceu. Desde muito cedo, encontrou nas cores, nos pincéis e nas telas uma forma de expressar aquilo que as palavras nem sempre conseguiam dizer.
Alexandra carregava, porém, uma contradição. Nunca teve medo de criar suas obras, mas sempre temeu mostrá-las ao mundo. Diante de uma tela em branco, encontrava liberdade. Diante do olhar das outras pessoas, surgiam as dúvidas, a insegurança e o receio de que sua arte jamais fosse compreendida.
Ao lado do pai, dividia os dias na modesta papelaria da família, onde a rotina seguia tranquila entre cadernos, lápis, tintas e clientes. Parecia uma vida comum, como tantas outras, até que seus sonhos começaram a conduzi-la por um caminho que desafiava qualquer explicação.
| Número de páginas | 729 |
| Edição | 3 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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