A convicção está presente em toda decisão humana. Julgamos, escolhemos e agimos porque acreditamos compreender a realidade de forma suficiente para orientar nossas escolhas. Mas como essas convicções são formadas? Até que ponto refletem os fatos? E quanto delas resulta dos próprios mecanismos da mente?
Em A Psicologia da Convicção Judicial, Lírio Damary examina os processos cognitivos que influenciam a formação dos julgamentos em contextos de incerteza. Memória, interpretação, atenção, emoção, heurísticas, vieses cognitivos, causalidade e narrativas são analisados como elementos que participam silenciosamente da construção das crenças humanas.
Situada na interseção entre Filosofia do Direito, Teoria da Decisão, Epistemologia e Psicologia Cognitiva, a obra investiga os limites do conhecimento humano sem recorrer ao dogmatismo nem ao ceticismo radical.
Ao longo dos capítulos, emerge uma questão central: a necessidade de decidir permanece mesmo quando a certeza absoluta é impossível.
Mais do que um estudo sobre decisões judiciais, este livro é uma reflexão sobre verdade, dúvida, responsabilidade e prudência. Uma investigação sobre como seres humanos formam convicções e sobre os desafios de julgar com responsabilidade em um mundo marcado pela incerteza.
| Número de páginas | 263 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 90g |
| Idioma | Português |
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