Algumas lembranças deveriam permanecer enterradas.
Anísio cresceu em meio a silêncios que nunca compreendeu completamente. Anos depois, quando o passado começa a retornar, ele percebe que certas coisas que julgava esquecidas continuam presentes — escondidas em uma casa, em fotografias antigas, em rostos que já não são reconhecidos e em lugares que parecem existir entre a memória e a realidade.
Quanto mais tenta entender o que está acontecendo, mais a casa se transforma em um labirinto de lembranças. Portas levam a lugares que não deveriam existir. Espelhos devolvem mais do que reflexos. Uma presença ligada à sua infância parece conhecê-lo melhor do que ele próprio.
E então Anísio começa a perceber que talvez não esteja apenas tentando descobrir o que aconteceu.
Talvez esteja tentando descobrir quem ele era antes de esquecer.
Em uma jornada sombria por memórias fragmentadas, ausências e segredos que insistem em permanecer, passado e presente começam a se confundir até que a própria identidade de Anísio se torna uma pergunta.
A Rua Que Esqueceu os Mortos é um horror psicológico sobre memória, infância, medo e aquilo que permanece dentro de nós mesmo quando acreditamos ter esquecido.
Porque há coisas que desaparecem.
E há coisas que apenas esperam ser lembradas.
| ISBN | 978-65-266-8377-4 |
| Número de páginas | 333 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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