história que você está prestes a ler não começa no futuro. Ela já começou, silenciosa, discreta, quase imperceptível. Começa no instante em que você desbloqueia seu celular pela primeira vez ao acordar, ainda entre o sono e a consciência. No momento em que uma máquina sugere o que você deve assistir, comprar, pensar… ou até mesmo sentir. Começa, sobretudo, na confiança silenciosa que depositamos em sistemas que não compreendemos plenamente, mas dos quais, pouco a pouco, já não sabemos viver sem, como se fossem uma extensão inevitável de nós mesmos. Durante décadas, a humanidade acreditou estar no controle de tudo aquilo que criava. Desenvolvemos máquinas para facilitar a vida: varrer a casa, lavar os pratos, cuidar das roupas, otimizar o tempo. Criamos algoritmos para organizar o caos e construímos redes para nos conectar, encurtando distâncias e ampliando possibilidades. Tudo parecia servir ao homem, obedecer à sua vontade, expandir sua liberdade. No entanto, em algum ponto da história, um ponto discreto, quase invisível, algo mudou de direção, sem ruptura clara, sem alarde, mas com consequências profundas. Foi então que deixamos de usar a tecnologia… e passamos a depender dela. Essa transição não ocorreu de forma brusca, mas como um hábito que se instala lentamente, até se tornar indispensável. Um gesto repetido, uma escolha aparentemente inocente, que se transforma em necessidade. E é desse deslocamento silencioso que nasce a pergunta central desta obra... escolha?
| ISBN | 9786598598075 |
| Número de páginas | 456 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para atendimento@clubedeautores.com.br
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.