A VERDADE SOBRE O DÍZIMO DA IGREJA E O DA BÍBLIA
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Estudo Bíblico, Doutrinas Bíblicas, Comentário Bíblico
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Sinopse

QUE PEDIDO FEZ DEUS AO SER HUMANO, COMO ATO DE ADORAÇÃO? Levítico 27:30

Mesmo sendo o Dono de tudo, Deus confiou ao homem o gerenciamento da terra e dos seus recursos (Gênesis 1:28; 2:15). Os israelitas foram ensinados a adorar a Deus com o dízimo, ou seja, 10% de tudo o que se produzia. Abraão já tinha esse costume (Gênesis 14:18-20), que perdurou no Novo Testamento (Mateus 23:23; Hebreus 7:2). Além dos dízimos, as ofertas também são mencionadas (Êxodo 36:3; Deuteronômio 16:17, 1 Coríntios 16:2). Enquanto o dízimo aponta nossa fidelidade a Deus, as ofertas revelam nossa gratidão (2 Coríntios 9:5).

A palavra “dízimo” vem da palavra hebraica “malaser” e da palavra grega “dekate”, e traduzido significa “um décimo”. Todos nós sabemos que “um décimo” é 10%. Portanto, sabemos que a quantia do dízimo deve ser 10% porque este é o significado da palavra.

Características
ISBN 9781973568377
Número de páginas 120
Edição 1 (2017)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
ISMAEL GONÇALVES

Ismael Gonçalves, nascido em 1971, no Estado do Ceará (Brasil), ainda criança foi trazido por sua mãe para morar em São Paulo onde converteu-se ao cristianismo, fez seminário, formou-se, Bacharel em Teologia e Graduação em Filosofia; Pós Graduação em Docência no Ensino Superior, aperfeiçoamento em Supervisão Escolar e Orientação Pedagógica, (4º ano) de Direito.

Pela misericórdia de Deus exerce o Santo Oficio de Pastor na Assembleia de Deus onde congrega. Escritor de vários livros com temas diferenciados.

Lindo Poema.

Os Ombros Suportam o Mundo

Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.

Tempo de absoluta depuração.

Tempo em que não se diz mais: meu amor.

Porque o amor resultou inútil.

E os olhos não choram.

E as mãos tecem apenas o rude trabalho.

E o coração está seco.

Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.

Ficaste sozinho, a luz apagou-se,

mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.

És todo certeza, já não sabes sofrer.

E nada esperas de teus amigos.

Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?

Teus ombros suportam o mundo

e ele não pesa mais que a mão de uma criança.

As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios

provam apenas que a vida prossegue

e nem todos se libertaram ainda.

Alguns, achando bárbaro o espetáculo

prefeririam (os delicados) morrer.

Chegou um tempo em que não adianta morrer.

Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.

A vida apenas, sem mistificação.

Carlos Drummond de Andrade

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