A filosofia moderna apodreceu na covardia de edições esterilizadas. Assim falou Zaratustra não é um manual reconfortante para mentes inofensivas. É um martelo forjado para quebrar a espinha dorsal de ídolos moribundos e falsas virtudes.
Esta edição resgata a fúria original e a estética implacável de Friedrich Nietzsche. Esqueça as traduções pasteurizadas que domesticam a acidez do texto. A vertigem poética e a violência dialética do idioma alemão foram transportadas para o português com uma exatidão visceral. Zaratustra desce da montanha não para pregar a conciliação, mas para anunciar o Super-homem e incinerar as certezas de uma humanidade doente.
O peso de estruturar este monumento foi assumido por Glycon Luiz, Doutor e Mestre em Filosofia. Sustentado por anos de pesquisa especializada na obra nietzschiana, o tradutor atua como um autêntico dissecador do texto original. A ironia corrosiva, a musicalidade rítmica e o abismo existencial são entregues sem filtros ou covardias didáticas.
Este volume não pede para ser lido; ele exige ser enfrentado. Quem tiver a ousadia de mergulhar neste abismo encontrará o mapa definitivo para a própria superação.
| Número de páginas | 203 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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