Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento. Informamos ainda que atualizamos nossa Política de Privacidade.
ACEITO
BICHOS EM POEMAS
Categorias
Poesia, Não Ficção
Compartilhe este livro
Esta página foi vista 53 vezes desde 17/11/2020
Versão
impressa
R$ 33,13
Valor total:
R$ 33,13
Versão
ebook
R$ 17,22
Disponível em:
PDF
Valor total:
R$ 33,13
Este livro pode estar à venda na:
Este ebook também pode estar à venda na:
Sinopse

Seis horas da manhã... Um miado rouco e insistente perto do meu ouvido. Trata-se de Freddy, o gato e “despertador natural da casa”.

Freddy dá voltas na minha cama, fazendo vários círculos como um ritual. Os olhos brilham e mostram que ele quer algo: Que eu me levante para alimentá-lo.

Depois, lá vem ela... a gata Marry! Delicada, vem de mansinho, primeiro se alongando e repetindo os mesmos círculos de seu irmão.

Ás vezes, não quero levantar cedo, estou cansada porque escrevo também de madrugada. E tenho uma tática que é fingir que estou dormindo, mas confesso que nem sempre dá certo, pois é muito difícil enganar um gato.

O miado duplica nos meus ouvidos, quando não vem acompanhado das leves “mordidinhas” e do tal “amassar pãozinho”.

Chego na cozinha sonolenta. Eles me acompanham ansiosos até a vasilha de ração.

A gata dispara uns miados desesperados por causa do sachê. Depois de bem alimentados, abro a porta e vão brincar no quintal.

Tento voltar para cama, mas, aquelas horas, o sono já foi embora, indicando que o melhor a fazer é preparar o café.

Dizem que quando um animalzinho de estimação morre, “vira estrelinha”. De certa forma é verdade, pois desde o momento que cruzam o nosso caminho brilham incessantemente e nos encantam com sua ternura.

Existem muitos relatos de pessoas que foram salvas por um animal. Recentemente vi a história de uma recém-nascida, que foi salva de um lixão por um cachorro.

Outro caso, uma cadela salva seus inúmeros filhotinhos do fogo, num incêndio de grandes proporções. Em outro, uma criança é curada de câncer com o amor de um lindo labrador que o visitava todos os dias no hospital. O que dizer então, dos cães heróis de Brumadinho que conseguiram resgatar muitas pessoas em meio a um mar imenso de lama? Sem contar outras tantas e milhares de histórias que não caberiam aqui os relatos e testemunhos de pessoas que tiveram suas vidas transformadas por um bichinho.

Minha intenção nesse livro não é levar adoração aos animais, mas conscientizar pessoas e, em especial as crianças de que os animais são nossos amigos e que merecem sim respeito e dignidade. Possuem a nobreza que falta na maioria dos seres humanos. São poemas e numa linguagem muito simples, a fim de quê as crianças possam compreender também.

Percebo que tudo o que é positivo, venha de onde vier, só nos torna pessoas melhores, nos faz crescer! Quando educamos uma criança a amar, respeitar e proteger os animais, a natureza ou um simples broto de feijão, com certeza ela se tornará um adulto pensante e responsável por seus atos. Saberá que tudo que fizer, bom ou mal refletirá na sua vida para sempre. Por isso o assunto “Proteção Animal” deveria ser matéria indispensável nas escolas desde o primeiro ano. Estamos lutando e, quem sabe esse sonho se torne realidade, pois hoje os animais fazem parte de nossas vidas emocionais e, por isso os acolhemos com todo o nosso amor paternal e maternal. Nós os reconhecemos como “parte de nosso DNA particular”.

E eles por sua vez, dão em troca desse acolhimento todo amor que carregam. Eles não nos cobram, pois vivem o presente e só sabem demonstrar afeto e lealdade. Os animais vivem a vida de maneira plena e feliz, enquanto o ser humano leva muitas vezes a vida toda para aprender eles fazem com naturalidade. Reuni alguns poemas sobre animais que criei há alguns anos atrás e, já decidida a descarta-los, me deparo com meu gato Freddy fazendo uma festa com o velho caderno. Quando tirei de sua boca e de suas garras comecei a folhear os escritos e então veio a ideia de transformar em um livro.

Que a compaixão animal invada a alma e que possamos viver uma nova consciência onde os animais são respeitados e valorizados.

Boa leitura

Andreia Caires

Características
ISBN 978-65-871-2860-3
Número de páginas 54
Edição 1 (2020)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Andreia Caires

Andreia Caires é cristã, casada, paulistana e tem dois livros publicados:

O Diário da Borboleta Azul e

As sementes que Plantei.

Escreve desde a infância e já ganhou alguns concursos literários, entre eles o 2 lugar em Poesia da AACLIG.

Em 2019 foi convidada a fazer parte da AIL

( Academia Independente de Letras ) onde ocupa a cadeira 46 "A Influência".

No final do mesmo ano ficou entre os inúmeros escritores escolhidos a fazer parte da Antologia Poética "A virtude da Esperança" com o poema: "O circo sem animais".

É artesã, voluntária e defensora da Causa Animal.

Possui uma página de consciêntização sobre os riscos e perigos dos fogos de artifício. "Não Vai Ter Fogos". Atualmente prepara um terceiro livro.

Nome do link: @andreiacaires.21

Mais publicações desse autor
Ver a lista completa
Publicações relacionadas
Ver a lista completa
Comentários
0 comentários