CANDIDATO
E A CIDADE QUE SONHEI
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Política Social, Política Pública, Planejamento Da Cidade & Desenvolvimento Urbano, Não Ficção, Ciência Política, Administração
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Sinopse

Candidato significa vestido de branco, cândido, puro. Vem do Latim candidatus, isto é, vestido de branco (candidus), cândido (= sem mancha), porque os candidatos tinham que apresentar uma vida imaculada.

Na Roma antiga, assim se vestiam os pretendentes a cargos eletivos para se apresentar ao povo no campo de Marte.

Aquele que disputava um cargo público e precisava angariar votos vestia-se de branco para simbolizar sua pureza. É lógico, portanto, que exijamos de um candidato ou candidata que a sua vida, e não apenas as suas roupas, estejam limpas!

E assim o fiz. Cansado de ouvir que “todo político é corrupto” e que o povo só elege corrupto “porque não tem escolha”, resolvi partir para o sacrifício e, no ano de 2016, filiado a um partido político novo e não envolvido em escândalos, apresentei meu nome para avaliação pública.

Quatro (04) certidões seriam necessárias para o registro da candidatura. Apresentei dez (10) e ainda perguntei ao chefe do cartório eleitoral se ele queria mais.

O povo falava muito em “Ficha Limpa” e eu dei ao povo o que ele (e eu também) desejava.

A campanha não foi nada fácil. Sem recursos e sem apoio, na maioria das vezes, seguimos a árdua jornada.

Nem palanque tivemos. Fizemos a campanha de porta em porta.

A Lei Eleitoral, tão democrática e igualitária, deu-me 15 (quinze) segundos diários para divulgar minhas propostas de governo. Uma piada da democracia brasileira.

Atravessei este processo eleitoral respeitando meus concorrentes.

Não entrei na política para fazer inimigos. Entrei para fazer o bem.

Repudio veementemente toda e qualquer atitude que objetive agredir o cidadão em suas opções.

Tenho vivido pela Democracia e desconheço outra forma de governo cujo sustentáculo não seja a Democracia.

Apresentei meu nome, minha experiência e minha biografia como uma alternativa, como uma opção de voto inteligente e consciente para quem, como eu, anseia por uma administração exemplar e verdadeiramente voltada para o bem estar de todos, voltada única e exclusivamente para colocar o nosso município no caminho certo para o futuro com desenvolvimento tendo como alicerce o emprego, a educação e a saúde de qualidade.

Para tanto, conhecemos projetos dentro e fora do município, visitamos as comunidades e registramos as suas maiores carências. Soluções foram criadas. Soluções foram apresentadas.

Praticamente sem apoio algum, chegamos à reta final.

Ao contrário do que pregaram os especialistas de plantão, não desisti, não me rendi, não me vendi e não traí o povo. Não mudei meu discurso, muito menos a minha consciência. Não saí da minha casa e andei por mais de 15.000 residências para contar mentiras ou inventar histórias.

Não fui movido pela vaidade ou pela ambição, mas por uma imensa vontade de servir.

Não tive música engraçadinha ou toda aquela ostentação e poderio econômico que tão exaustivamente assistimos o tempo todo e o tempo inteiro.

Mas essa ainda não foi a vontade soberana do nosso povo, que assim seja...

Ninguém pode dar o que definitivamente não tem...

Apostaram que eu desistiria, que me venderia e que trairia os meus ideais.

Fui até o fim.

203 homens e mulheres de bem confiaram em mim. A eles dedico este livro e a minha gratidão.

Obrigado. Muito Obrigado. Muitíssimo Obrigado.

Características
Número de páginas 48
Edição 1 (2017)
Formato A4 (210x297)
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista e escritor, é autor de diversos livros, a exemplo da “Cartas de Amor”, “Um Poema para Você”, “Versos Dispersos e Prosa Esparsa”, “Exemplos que Edificam”, Rádio Novela “Gavião Rasteira e o Zoológico do Inferno”, “Lições que não Esqueci”, “Anos de Roubalheira”, “O Encontro”, “Épicos”, “Política”, “Mandacaru, A Origem” e “Julio Cesar”, “Pascal”, “Nogueira” “Cartas de Tobias”. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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