A direção escolar vive sob a pressão simultânea da urgência e da permanência. Resolver conflitos imediatos não basta; é necessário preservar a continuidade institucional. Essa dupla exigência exige um trabalho permanente de mediação entre o previsível das normas e o imprevisível das relações humanas. O diretor se vê constantemente diante de escolhas que não encontram garantia técnica plena, sendo chamado a responder por seus atos sem a
proteção de certezas totais.
Este volume propõe deslocar a imagem do diretor como administrador de tarefas para pensá-lo como operador simbólico do cotidiano. Cada decisão, cada silêncio, cada intervenção ou recuo produz efeitos que ultrapassam o episódio imediato e alcançam o clima institucional. A escola aprende com a forma como é conduzida, não apenas com aquilo que se ensina em sala de aula.
| Número de páginas | 102 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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