Entre o que foi dito e o que ficou preso na garganta, nasce este livro.
Quando a dor se faz verso percorre as paisagens do amor que floresce, se fragmenta e, por fim, transforma-se em memória. Em nove capítulos, a obra conduz o leitor por uma travessia sensível: do encanto ao quase, da perda às ruínas internas, do silêncio às máscaras que aprendemos a vestir para continuar.
Cada poema é um fragmento — um eco de ausências, promessas desfeitas e sentimentos que insistem em permanecer. Entre vazios, lembranças e tentativas de reconstrução, a dor deixa de ser apenas ferida e torna-se linguagem.
Este não é um livro sobre finais,
mas sobre o que permanece depois deles.
E sobre como, mesmo em pedaços,
ainda é possível se refazer.
| Número de páginas | 63 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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