O presente trabalho é uma crítica pessoal — feita por alguém não versado em teologia — sobre o que chamei de “os três poderes supremos de Deus”: a onisciência, a onipresença e a onipotência. Procurei usar minhas próprias argumentações nessa análise, deixando de lado explicações simbólicas, filosóficas, teológicas, numerológicas e afins. Fiz isso porque a Bíblia, sendo a alegada palavra de Deus, deveria, segundo meu pensamento, ser clara a qualquer fiel, e não apenas aos graduados e doutores em teologia, filosofia, grego ou aramaico. O “povo de Deus” inicialmente era composto por pessoas simples, e a mensagem divina foi dirigida primeiramente a elas; devia, portanto, ser clara e acessível — e julgo que o texto bíblico em si seja exatamente assim.
Foram as manobras criadas para responder a questionamentos como os levantados aqui que tornaram uma leitura simples e clara em algo complexo, cheio de interpretações inventivas, confusas e que mudam, parcial ou inteiramente, a mensagem original. Claro que existem erros de tradução e de contexto, afinal, trata-se de um livro antigo, escrito em outra época e para outra cultura. No entanto, penso que as manobras teológicas superam esses fatores.
A confusão gerada por elas é tamanha que não há concordância nem mesmo entre cristãos de denominações diferentes e, não raro, de uma mesma igreja.
Minha argumentação, portanto, é simples e baseada estritamente no que está escrito. O leitor cristão que porventura ler esta crítica e discordar dela.
| Número de páginas | 33 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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