No meio da noite, ou nos passos lerdos de uma caminhada solitária, o pensador reflete sobre o que sua mente lhe fala; e, embora nem todos os pensamentos sejam joias, alguns há que merecem a imortalização através da escrita. Eis aqui os pensamentos que julguei dignos de fazerem parte de um livro.
Como uma homenagem a mim mesmo, procurei manter a escrita da forma mais original possível. Fazer isso pode ter deixado alguns textos difíceis de compreender, pelo que peço-lhe desculpas. Ainda assim, penso que será capaz de compreender a grande maioria deles; e os que não compreender de forma literal, acredito que compreenderá no sentido poético.
Usei o título do texto “O Abraço Vazio da Solidão” como base para o título do livro porque todas estas reflexões foram escritas quando estava sozinho, a refletir. Esse também é o motivo de ter modificado, ainda que minimamente, o título original de “O Abraço...” para “No Abraço...”. Pois, como se trata de mais de um texto, penso que “No”, em lugar de “O”, ganha um sentido mais límpido.
Será bem fácil notar que a escrita é “diferente”, para dizer o mínimo! E isso é proposital. A nossa mente — tema muito trabalhado aqui — não nos apresenta as coisas de maneira “comum”. A verdade é que nem sempre se compreende o que a mente nos apresenta! Para finalizar, quero deixar claro que nenhum desses pensamentos deve ser visto como uma verdade universal, livre de críticas. Cada reflexão trata-se de pensamentos solitários, cultivados em momentos diferentes
| Número de páginas | 40 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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