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DIÁLOGOS INSONES
de uma vigília onírica
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Literatura Nacional, Teatro
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Sinopse

Imagine um lugar. Agora imagine duas pessoas. Duas pessoas que terão a aparência, a idade e, (por que não?) o gênero que você desejar. A letra ‘o’ nos substantivos foi só uma acaso gramatical. Você pode substituí-la por ‘a’, caso seja adequado às personagens que você criou. Não se prenda à detalhes. Não se prenda. Deixe a imaginação correr solta. Porque, nestas páginas, só existem travessões seguidos de palavras. Qualquer gesto, ação, reação ou emoção das duas personagens que apresento, dependerá exclusivamente de você.

Para cada leitor e para cada leitura, um livro diferente. Aqui, você também será um criador.

Características
Número de páginas 44
Edição 1 (2011)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Aline Coutinho dos Santos

Os fios rebeldes do meu cabelo seguem o movimento ilimitado de minhas ideias. A minha cara lavada e,às vezes, descarada, eu exponho para defender o que acredito. Meus tênis surrados deixam meus passos livres para que eu vá aonde as asas da vontade me levarem. Eu não pareço porcelana, mas o que carrego comigo, é bem mais precioso e delicado. E me reservo o direito de mostrar e oferecer só a quem desejo.

Posso ser destrambelhada,desastrada mesmo. Posso até, algumas vezes,esquecer nomes, números ou datas. Mas, sempre trato com extremo cuidado e me lembro do que há de mais importante: as pessoas.

Não se intimide pela minha face, ocasionalmente, séria. Nem abuse do meu sorriso fácil. Eu não mordo sem motivo, mas também exijo respeito.

Meus olhos míopes sabem,que entre o preto e o branco, há vários tons de cinza. E que o mundo é bem mais colorido para quem sabe admirar as pequenas maravilhas que se escondem no cotidiano. Também sei que o planeta é redondo. Que os inícios e os fins,os novos inícios e os novos fins,somos nós que estipulamos.

Desisti, há muito, de me entender. E não recomendo,à ninguém, assumir essa tarefa. Eu, simplesmente, aceito o fato de que sou o que sou. Esse work in progress confuso e único.

Mas, se prestar bastante atenção, irá perceber,que ninguém está pronto. Que viver nada mais é que um grande processo de construção de si mesmo e de tudo mais que está ao redor...

sou uma outra coisa, que se desenha por dentro

só me reconheço em pensamento e sentimento

só me reconheço no invisível…

E vivo...

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