Há livros que nascem do desejo de contar uma história. Este nasceu do desejo de não deixar uma história se perder.
Quando Eben chegou, Edelvânio Pinheiro já tinha 53 anos e uma vida inteira de palavras publicadas. Nada, porém, o preparou para o tema mais urgente que escreveria: o tempo que foge enquanto um filho cresce.
Nestas páginas, um pai faz uma escolha incomum, afastar o filho das telas e decidir olhar, de verdade, para o alfabeto que se aprende no colo, para as palavras inventadas, para os passos incertos, para as perguntas que uma criança faz sem saber que são perguntas de filósofo. Em vez de guardar a infância em fotos e vídeos que se acumulam esquecidos num celular, ele a guardou em crônicas escritas com os olhos, não com a câmera.
E, sustentando cada página, uma fé que atravessa o livro inteiro. Para este pai, criar um filho não é apenas tarefa humana, é também um exercício diário de confiar a Deus aquilo que mais se ama, sem deixar de estar presente, atento e grato a cada dia recebido.
Escrito com a sensibilidade de quem já publicou sete livros e a urgência de quem sabe que a infância não espera, EBEN é um convite a todo pai, mãe, avô ou avó — ou a qualquer pessoa que um dia foi criança — para olhar de novo para o que realmente importa.
| ISBN | 9786502392690 |
| Número de páginas | 156 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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