Em uma metrópole movida a vapor, engrenagens e ambição, Aeromunda é o símbolo máximo do progresso humano — e também de seus excessos. A cidade prospera sob a promessa de que a tecnologia resolverá todos os males sociais, mas por trás das fachadas elegantes e das torres mecânicas, cresce uma rede de controle político, exploração industrial e manipulação científica.
No centro dessa engrenagem encontra-se um artefato ancestral, esquecido pela história, capaz de amplificar decisões humanas — tornando grandes escolhas irreversíveis. O livro acompanha aqueles que descobrem esse dispositivo e precisam decidir se o progresso pode existir sem ética.
| Número de páginas | 23 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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