ESTUDOS SOBRE A POLÍTICA
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Política Prática, História & Teoria, Eleições, Não Ficção, Educação, Ciência Política
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Sinopse

“Conhecimento e Sabedoria, longe de ser um só,

Muitas vezes não têm qualquer conexão.

O Conhecimento vive em cabeças repletas de pensamentos de outras pessoas;

A Sabedoria habita mentes atentas a si mesmas.

O Conhecimento se orgulha de ter aprendido tanto;

A Sabedoria é humilde por não saber mais.”

William Cowper, in A Tarefa

Pessoas que têm ouvidos também têm línguas e falam o que elas acham que lhes convém falar. O resultado é que o político sábio fala cuidadosamente com um ouvinte, como ele falaria com dez mil ou para uma audiência de muitos milhões, como afirmam os comitês de campanha. Esta é a verdade mesmo no meio da própria família do político.

É sempre necessário, dia e noite, guardar cada palavra como se viesse a ser publicada na primeira página de um jornal hostil.

A verdade é que o político experiente nunca conta aos seus amigos qualquer coisa que ele não queira que seus inimigos ouçam. Mas não se deve pensar que ele permite que seus amigos saibam disso.

Quando Maquiavel escreveu O Príncipe o mundo era governado por déspotas. O poder político era baseado diretamente na força, na conquista física de rivais. Muito do livro de Maquiavel constitui-se de conselhos a um príncipe sobre como se manter pela força das armas.

Por mais apropriado que isso possa ser para os dias atuais, não se aplica exatamente aos governantes ou pretensos governantes, pois, pelo menos hoje, recorrer às armas não seria praticável para aqueles que governam.

Nossa nação pacífica e iluminada é governada por políticos, não por déspotas apoiados pela força militar. Obviamente, o político, para atingir o poder e para assegurá-lo, não pode empregar os mesmos métodos e ferramentas de quinhentos anos atrás.

Maquiavel considerou Cesare Borgia o príncipe ideal, o homem cujas ações e cuja arte serviu de modelo para ser imitado por todos que aspiraram governar. Devemos concordar que Cesare Borgia agiu com habilidade quase perfeita em lidar com as condições de seu tempo.

A maioria dos homens cujos nomes iluminam as páginas da história encontrou-se com derrotas de um tipo ou de outro.

Roosevelt, eleito para quatro mandatos presidenciais nos Estados Unidos, foi um candidato malsucedido a Vice-Presidente em 1920.

Niccolo Machiavelli escreveu para sua época. Em O Príncipe, ele não discutiu a favor ou contra a injustiça do despotismo. O despotismo estava estabelecido na ordem do tempo, e ele dedicou-se, corretamente, em observações sólidas e instrutivas para o benefício daqueles que seriam déspotas de sucesso.

Características
Número de páginas 31
Edição 1 (2021)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g

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ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista, Radialista, Bacharel em Direito, Escritor, Tutor em EAD, Docente do Ensino Superior, com curso de Planejamento e Orçamento Governamentais, Portas Abertas para a inclusão - Educação Física Inclusiva, pela UNICEF e Fundação Barcelona, e Introdução à Avaliação de Impacto para Programas Sociais, possui mais de 1.000 títulos publicados. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, ocupou a presidência no biênio 2015-2017.

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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