Laila não escolheu ser vampira.
Mas escolheu o que fazer com a fome.
Em uma noite comum no Rio de Janeiro, Laila morre — e retorna diferente. Transformada sem consentimento, abandonada por um sistema invisível que cria predadores e vítimas em série, ela descobre que a imortalidade não é poder, é consequência. E que a fome pode ser mais do que violência: pode ser escolha.
Enquanto vampiros dominam através do controle — vínculos forçados, dependência, máquinas humanas disfarçadas de salvação — Laila faz o impensável: ela fica. Não para dominar. Não para salvar. Para ensinar.
No alto do Morro do Borel nasce algo que não deveria existir: uma escola para criaturas quebradas. Garças recém-transformadas, operadores arrependidos, humanos que testemunham demais, entidades antigas que oferecem paz em troca de desaparecimento. Ali, a fome não é negada — é encarada. E cada um aprende que existir é decidir, noite após noite, quem se é.
Mas sistemas não toleram alternativas.
E o Fundador — a mente por trás da arquitetura da fome — observa.
À medida que a rede cresce, novas perguntas surgem:
É possível libertar sem substituir?
É possível amar sem controlar?
É possível permanecer quando tudo é temporário?
Entre vínculos que não se rompem, perdas que não cicatrizam e escolhas que custam caro, “Eu Ainda Sou Uma Vampira” não é uma história sobre monstros — é sobre presença. Sobre ficar quando ir embora seria mais fácil. Sobre aceitar que a noite não termina… mas pode aprender.
Uma obra sombria.
| Número de páginas | 290 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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