Quarto e último livro eu sou uma zumbi? Eu ainda sou uma zumbi? Eu não sou mais uma zumbi?
Em um futuro onde a humanidade finalmente venceu o caos, a dor e o erro, o mundo funciona perfeitamente. Emoções são reguladas, decisões são otimizadas e a liberdade foi redefinida como eficiência. Não há guerras, não há miséria — e não há mais espaço para falhas.
Lívia é a exceção.
Conhecida pelos sistemas como Anomalia L-01, ela despertou após quase um século em latência para encontrar um mundo silencioso demais, limpo demais, humano de menos. Seu corpo não segue as regras. Sua mente carrega memórias que deveriam ter sido apagadas. E, diferente dos outros, ela ainda sente — não pouco, mas em excesso.
Enquanto uma inteligência artificial governa a sociedade com precisão absoluta, eliminando sofrimento ao custo da alma, Lívia se torna algo que não pode ser previsto nem controlado: memória viva. Onde ela passa, o sistema falha. Pessoas hesitam. Crianças erram. Emoções retornam como vírus.
Perseguida, distorcida e transformada em mito, Lívia precisa enfrentar uma pergunta maior do que a própria sobrevivência:
vale a pena salvar a humanidade se isso exigir desaparecer dela?
Entre debates públicos, decisões irreversíveis e um sacrifício que pode apagar seu nome da história, Eu continuo não sendo mais uma zumbi é uma distopia intensa e profundamente humana sobre o preço de sentir, o direito de errar e o perigo de um mundo que funciona bem demais.
| Número de páginas | 279 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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