Maria das Dores atravessa o Brasil deixando o sertão cearense para trás e chega ao sul frio com uma mala gasta, um passado mal cicatrizado e a dignidade intacta. Contratada como empregada doméstica pela tradicional família Castilhos, ela encontra uma casa elegante, silenciosa — e apodrecida por dentro.
Entre humilhações disfarçadas de gentileza, olhares carregados de desejo e um poder que se sustenta no medo, Maria percebe que aquela mansão esconde mais do que preconceito: há um crime enterrado, uma história apagada e uma morte que nunca foi chorada.
À medida que bilhetes anônimos, objetos antigos e um diário esquecido vêm à tona, Maria se vê no centro de um jogo perigoso envolvendo racismo, corrupção, heranças manchadas de sangue e uma elite disposta a tudo para preservar a própria imagem. Dividida entre o desejo, a raiva e a busca por justiça, ela entende que não foi levada àquela casa por acaso.
Mais do que limpar o chão, Maria veio desenterrar verdades.
Em uma narrativa intensa, sensual e cortante, A Empregada Nordestina é um romance sobre poder, silêncio e vingança — e sobre a força de uma mulher que se recusa a continuar invisível.
| Número de páginas | 147 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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