Existir é, antes de tudo, equilibrar-se no fio invisível entre o que somos e o que nos falta. Nem sempre as palavras dão conta da imensidão que é o simples ato de respirar em meio ao caos, e é justamente onde a linguagem falha que a metáfora floresce. Este livro não nasceu de certezas absolutas, mas do silêncio que surge após as grandes crises. Ele é um convite para olhar para a ausência não como um vazio, mas como um espaço a ser preenchido por novos sentidos. Através destas páginas, convido você a explorar as dualidades que nos compõem: a presença que marca, o amor que ancora e a luz que, por vezes, só se torna visível quando aprendemos a encarar a nossa própria escuridão. Não procure aqui um manual de instruções para a vida. Procure, em vez disso, um eco de suas próprias perguntas. Afinal, a existência não é um problema a ser resolvido, mas uma experiência a ser sentida — em toda a sua complexa e absurda beleza.
| Número de páginas | 307 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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