Favelas, da Árvore do Sertão aos Morros do Brasil. Antes de ser sinônimo de desigualdade urbana, a palavra “favela” é planta. No sertão baiano cresce a resistente Cnidoscolus quercifolius, adaptada à seca e ao solo duro, símbolo de sobrevivência onde quase nada floresce. Após a Guerra de Canudos, soldados ocuparam o Morro da Providência, dando origem ao uso urbano do nome. A partir dali “favela” deixou de ser apenas vegetal e passou a representar moradia improvisada, ausência do Estado e desigualdade social.
Nesta obra, Péricles Bomfim de Santana não romantiza a pobreza nem reforça preconceitos. Ele propõe reflexão.
Falar de favelas, como o autor demonstra, é falar de pessoas que construíram casas onde não havia política pública, que levantaram paredes com esforço próprio e que transformaram abandono em comunidade.
Há riscos, precariedades e injustiças. Mas há também trabalho, fé, cultura e resistência.
A favela não é paisagem.
É consequência histórica.
É sobrevivência coletiva.
Que este livro seja um convite à consciência, não ao julgamento. Porque, antes de tudo, favela é gente. E gente merece dignidade.
Avanilda Silva Barros
| ISBN | 9786501986432 |
| Número de páginas | 110 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para atendimento@clubedeautores.com.br
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.