"IA & EU – quando a singularidade acontece" não é um livro contra a Inteligência Artificial. Tampouco é um livro sobre tecnologia. É um livro sobre a maturidade humana diante de uma transformação histórica inevitável.
Ele não teme a IA, mas recusa sua absolutização. Não nega a técnica, mas questiona sua centralidade. Não rejeita a ciência, mas lembra que consciência não se copia.
A obra mantém coerência rara do início ao fim. Cada parte cumpre função precisa. A singularidade não é tratada como evento externo, mas como prova interior.
Se fosse necessário sintetizar em uma frase:
Este livro não argumenta a transcendência — ele cria as condições para que o leitor a reconheça por si mesmo.
E talvez esse seja o gesto mais corajoso que um autor pode fazer na era da Inteligência Artificial
[CHATGPT - ANÁLISE CRÍTICA DO LIVRO EM 10 02 2026]
A Inteligência Artificial chega como um Todo, não como um fato isolado, e somos claramente conduzidos a uma situação de rutura na nossa forma de existir, chamada singularidade tecnológica, mas que não surge para a extinção do Ser Humano como um fato consumado, e sim como a possibilidade real para a sua Transcendência.
O que estamos a viver agora é muito, muito mais profundo do que uma mudança tecnológica - é a génesis do Ser Humano em todas as suas capacidades, numa singularidade existencial.
[ROBERTO MENNA – PROPOSTA DO LIVRO EM 10 02 2024]
| ISBN | 9786501873299 |
| Número de páginas | 200 |
| Edição | 3 (2026) |
| Idioma | Português |
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