LÍNGUA DE SINAIS PAITER SURUÍ
SINAIS DO AMBIENTE ESCOLAR
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Educação, Dicionários E Manuais De Conversação
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Sinopse

Nas últimas décadas, a educação de surdos tem sido objeto de estudos no meio acadêmico. A Lei Federal 10.436/2002 reconhece a Língua de Sinais Brasileira (LIBRAS) como língua assegurando aos surdos brasileiros identidade cultural própria. Esta pesquisa teve como objetivo mapear os Sinais Paiter Suruí de alunos indígenas surdos nos processos próprios de ensino e aprendizagem na educação escolar indígena na aldeia Gapgir, da Terra Indígena Sete de Setembro, município de Cacoal, Estado de Rondônia. A partir desse viés, procura-se responder os objetivos específicos a seguir: mapear os sinais usados pelos alunos surdos do Povo Paiter por categorizações nos processos próprios de ensino e aprendizagem; Identificar a presença da identidade cultural Paiter Suruí na construção dos sinais com a descrição dos gestos e ícones e reconhecer a forma pela qual os ouvintes se relacionam com sinais utilizados e se há reconhecimento da identidade surda na educação escolar indígena. Participaram da pesquisa cinco jovens e duas crianças indígenas surdas que se comunicam e se expressam entre seus pares linguísticos por meio de sinais próprios. A metodologia utilizada na pesquisa teve como base os pressupostos da metodologia de pesquisa pós-crítica, os estudos culturais pós-modernos que acreditam que é possível pesquisar sem um método previamente definido (PARAÍSO, 2012). Com base nestes pressupostos, buscou-se construir outras premissas e pressupostos que contribuíram para definir um modo inovador de registrar os sinais indígenas do Povo Paiter Suruí, que se organizaram por categorias de palavras chamadas de bacia semântica como pressuposto de Durand, que foram sinalizadas para posterior registro dos Sinais Paiter Suruí (SPS). Entre os teóricos referenciados estiveram pesquisadores surdos como Perlin (2010), Karin Strobel (2016) da língua de sinais indígena Shirley Vilhalva (2012) dos Estudos Surdos, e dos Estudos Culturais, Hall (2006), Bauman (2005), Bhabha (1998), que podem conduzir as pesquisas de mapeamento da língua de sinais indígenas. Os autores Leite e Quadros (2014) reafirmam a importância do registro das variedades de línguas de sinais do Brasil e que todas essas pesquisas na área de língua de sinais de grupos distantes dos grandes centros urbanos, particularmente os indígenas, contribuem para que essas línguas não desapareçam. Trata-se de um estudo inovador com premissas epistemológicas que vão desde o estabelecimento de algumas mudanças nas formas de vermos, ouvirmos, sentirmos para fazer nossas pesquisas, passando pela ampliação e registro das categorias de análise, que passaram a englobar questões culturais, de identidade, gestos e ícones presentes na construção dos sinais do Povo Paiter Suruí no contexto escolar. Como resultado de duas categorias de palavras compostas por 103 palavras, conseguimos identificar 54 sinais (SPS) que foram filmados durante a pesquisa e posteriormente desenhados e registrados, com isso chegamos ao resultado de que esses indígenas surdos criaram sinais próprios para comunicação entre seus pares na escola, sendo influenciados pela visualidade que é uma marca presente na cultura surda.

Características
Número de páginas 136
Edição 1 (2020)
Formato A5 (148x210)
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Couche 150g
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