Este livro investiga o que acontece após o encerramento formal do atendimento de urgência, quando a alta hospitalar não representa o fim do cuidado, mas o início de um novo território clínico marcado por incertezas, fragilidades e responsabilidades prolongadas. Longe da lógica resolutiva tradicional, a obra examina os limites dos protocolos, a fragmentação dos serviços, a vulnerabilidade do paciente e o papel ético do profissional diante de trajetórias sem desfecho claro.
A partir da análise de decisões ambíguas, sintomas persistentes, redes frágeis de cuidado e pressões institucionais, o autor constrói um percurso reflexivo sobre a permanência clínica em cenários reais. O livro explora a espera ativa, a comunicação difícil, a gestão da incerteza, os limites terapêuticos e o desgaste moral, mostrando como o cuidado se sustenta mesmo quando não há promessa de normalização.
Mais do que oferecer respostas prontas, esta obra propõe critérios de discernimento para profissionais que atuam no acompanhamento prolongado, na coordenação do cuidado e na tomada de decisões sob risco e ambiguidade. Dirigido a médicos, gestores e profissionais da saúde, o livro apresenta a medicina de urgência como parte de um processo contínuo, no qual presença, responsabilidade e revisão permanente substituem a ilusão de fechamento definitivo.
| Número de páginas | 225 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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