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Livro Meu ano sem ela

Por: Daniel Matos Denunciar

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R$ 44,12

Sinopse

O que é o amor? Qual é a diferença para uma obsessão? Qual é a diferença para o desespero? O que as pessoas procuram e quais ilusões criam para poder alcançar aquilo que acreditam desejar? Meu ano sem ela é a história de um universitário, que após terminar um relacionamento problemático, se vê incapaz de ter os mesmos sentimentos por outra pessoa, tenta reconquistá-la e é recusado. Uma jornada alcoolizada e promiscua pelo Rio de Janeiro, de noites na Lapa, sob as luzes alaranjadas dos postes e ruas repletas de mendigos e turistas, de chopadas universitárias, com robôs de mãos nos joelhos descendo até o chão, de sessões de cinema alternativo no Odeon, regadas a cachaça, neon e ativistas, de sedução e desapontamento, de usar e ser usado, contrastando a realidade do dia a dia, com a ilusão romântica de filmes hollywoodianos, de séries de tv, de exaltações literárias da bohemia. Um confronto contra as armadilhas da memória, da lembrança e dos fantasmas que a acompanham, da criação de momentos no tempo com outra pessoa, de sentimentos fortes que nunca parecem se dissipar, mas que talvez nunca tenham realmente ocorrido. Um caminho psicológico, pela seleção sexual Darwiniana, através do próprio e de cutias dançantes, pelos filmes de Wong Kar Wai e Sofia Copolla, pelo teatro dionisíaco das sensações, e pelos rinocerontes em meio a escuridão no monte Roraima que dá fim ao mundo.

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“É terrível!” essa foi minha primeira exclamação ao terminar de ler esta obra. Sinceramente, comecei a ler esperando um típico clichê romance sentimental, do tipo bom para o interior de uma lareira, mas logo – e do NADA, devo exaltar - ela se tornou uma experiência bem, como posso colocar, estranha, me disse um “hum” interiormente, seguido logo após de um “ah”, depois tossi, depois tossi mais um pouco, “o que é isso? por que isso está aqui? não faz sentido”, quando comecei a me ver lentamente perdendo a sanidade - tinha certeza estar sendo acompanhado no canto do olho por um jacaré de terno a fumar um charuto, porém me recusei a olhar em sua direção -, cogitei o suicídio obviamente, ir ao McDonalds, tomar um milk-shake, aí, de repente, me vi de novo lendo o mesmo do início, lembrei-me de minha juventude antes da guerra, lembrei dos meus amores, de seus peitos, me senti levemente sendo enganado pelo autor, também me senti enganado pelo meu cachorro.

Acredito que a primeira impressão que se pode ter sobre o autor, ao começar a ler este livro, é que ele é um pervertido - o que não duvido que seja -, seguido do sentimento que é uma criança de cinco anos de idade – uma criança pervertida -, para logo depois concluir que é absolutamente demente – uma criança demente e pervertida -. A premissa deste troço: um jovem namora uma garota, tem problemas, enche o saco, acaba a relação, logo depois se descobre doente mental, volta atrás, ela não quer mais, ele não sabe o que fazer, começa a questionar a sua vida e decisões, começa a sair desenfreadamente para festas atrás do esquecimento, seja numa substituta, em bebida, em “novas experiências”, yada, yada, yada, o que os filmes da Disney, de Hollywood, e séries de tv lhe mandam fazer, aí do nada, espaço sideral, a Terra girando ao redor do sol, e aparecem as cutias com topete, ou você se encontra lendo um artigo sobre o comportamento social em festas universitárias do Rio de Janeiro, ou um tratado sobre góticas e cabeludos, ou a matemática da demência de torcedores de futebol, e aí rinocerontes - meu deus! -. Já aviso logo, esse título “Meu ano sem ela”, é muito enganador. Fora que já aviso também, que fiz a pesquisa, e não existem cutias de topete, nem nunca existiram.

Também aviso que não é um livro nem um pouco saudável - devia ser incinerado, na verdade -, não que isso seja um problema para mim, já experienciei muita loucura na vida, mal consigo dormir à noite com todas as lembranças, porém uma de minhas netas, Penélope, de 22 anos, não lembro de que mãe ou avó, são tantas, me roubou o manuscrito, leu em uma noite e me amanheceu chorando. Ah... esses jovens pós-nucleares se sensibilizam por qualquer coisa, são também crianças dementes e pervertidas igual ao autor. Dia seguinte, foi sua prima Tatiana, que após ler o primeiro capítulo, xingou a primeira e depois o autor, só para logo depois também acabar o livro no mesmo dia, e me pedir o contato dele. Ficou muito sentida, quando contei-lhe que já estava morto, esmagado por um piano. Sinceramente, a reação delas me foi muito desagradável. Suponho, que esses jovens traumatizados de hoje em dia, possam encontrar algo nas situações do protagonista a que possam se relacionar, algo nos seus erros e acertos, mais erros que acertos, na verdade. Porém, deviam é estar lendo um Hesse, ou Kafka, ou Dostoievski, ou Schopenhauer, isso sim, não esse desbaratinado.

Salazar “Sal” Mummramad

(Ganhador do Nobel, em 1984, na categoria: outros.)

Categorias: Ficção e Romance, Literatura Nacional
Palavras-chave: adult, carioca, chopada, cinema, erótico, existencial, garotas, intriga, new, relacionamentos, riodejaneiro, romance, sexo, surreal, teatro, universitário, young

Características

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Número de páginas: 305

Edição: 2(2017)

Formato: A5 (148x210)

Coloração: Preto e branco

Acabamento: Brochura c/ orelha

Tipo de papel: Offset 75g

Reconhecimento

Sobre o autor

Missing
Daniel Matos

Escritor carioca de contos surreias e filosóficos.


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