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Mundinho de Raimundo
Mundinho de Raimundo
Categorias
Teatro, Literatura Infanto Juvenil, Literatura Nacional
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Sinopse

O escritor trás a tona em um romance pequeno uma das realidades da exclusão dos seres. Emociona ao mostrar o que se vai pelas avenidas, e o que se vai pelo coração de uma mulher na sua fé e a inocência do teu menino especial.

Consegue transformar imagens e sons em sentimentos profundos, em toque sutil de um olhar, onde transcende a religião e o cristianismo.

Você vai se emocionar em leitura simples de um romance pequeno no Mundinho de Raimundo.

Características
Número de páginas 21
Edição 1 (2012)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Markus Libra

"Markus Libra é escritor de rabiscos, contista de contos pequenos, ilustrador dos bastidores sociais na crua política do ser.

É nascido do folhear do sem leitura, é filho da terra tombada, nascido dos olhos que encharcaram sementes. Poeta das causas sociais, da periferia que agoniza em Marias e Josés."

Mas em uma nota do Jornalista e Professor André Arruda Plácido, foi citado assim:

"Markus é sentimento, coração, transcendência e razão.

Libra é carrossel de letras, emoções, imagens e sons."

"Deus coloca nos homens dons e habilidades que encantam outros homens. Deus coloca Sua “imagem e semelhança” nos homens para que eles se comuniquem, se conheçam, se ajudem. Markus faz tudo isso com propriedade quando nos mostra sua delicadeza no trato com o outro, com o próximo."

"Markus me faz lembrar Émile Benveniste: “O homem sentiu sempre e os poetas frequentemente cantaram o poder fundador da linguagem, que instaura uma sociedade imaginária, anima as coisas inertes, faz ver o que ainda não existe, traz de volta o que desapareceu.”

André Arruda Plácido é graduado em Relações Públicas, Jornalismo e Teologia. Especialista em Comunicação e Liderança em Missões Mundiais pelo Haggai Institute de Cingapura. É fotógrafo, cronista, radialista, professor da rede pública do Estado de São Paulo e do Seminário Teológico Batista Nacional.

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Comentários
2 comentários
Sérgio Renato Domingues
Sexta | 01.02.2013 às 02h02
Gostei do seu estilo, histórias narradas de recortes de realidade; ama a simplicidade e o belo que se revelam em poesia na estrada, se compadece com causas idealistas e vive intensamente por elas sem perder a própria identidade, suas origens, suas raízes. Amigo da simplicidade, valoriza o belo e o divino, a pureza que traz o sertão e narra histórias que contam contos de gente que luta, que sofre, que ama mas nunca desiste. Reconhece sua força e potencialidades e se exercita com amor no bem.
Sérgio Renato Domingues
Quinta | 31.01.2013 às 13h01
Posso dizer que, enquanto lia aquela crônica sobre 'Deus não escolhe lugar pra falar' me remeteu a João Cabral de Melo Neto: 'Morte e vida severina' (a busca da identidade social) e João Guimarães Rosa: 'Grandes Sertões veredas' (a luta dos sertanejos fugindo da fome, da seca do sertão nordestino numa terra sem lei).Renato.