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ACEITO
Neófilos
novela fantástica
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Romance, Ficção Científica, Fantasia, Ficção e Romance, Ficção
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Sinopse

Tudo tem o seu tempo de maturação. Até o entendimento das coisas, a assimilação, a imanência delas em nós, como parte constitutiva do nosso ser, depende de um tempo de discernimento, de um tempo para apreciarmos as coisas, com o respeito e o valor que elas merecem. Tem coisas que não se aprendem de supetão. Não se decora as coisas essenciais. Elas precisam ser assimiladas. E essa compenetração vem paulatinamente, como o degustar um apetecível banquete.

No banquete da Vida há aqueles parcimoniosos e há os glutões. Há aqueles que apreciam as iguarias silenciosamente e há aqueles que falam aos borbotões e não degustam com sapiência. É preciso sentir antes de assimilar. A saciedade nem sempre é sinal de repleção salutar, pois o sobejo pode conter muito do que é desnecessário.

Num opíparo banquete há miríade de convivas. Alguns famélicos, alguns sedentos. Muitos sem saberem o cardápio. Há temperos, condimentos e especiarias para todos os gostos. Há música a se impregnar, se espraiando no salão prandial. Música para todos os ouvidos, e cada um ouve o que lhe apraz ouvir. Há Arte para todos os olhares e cada um olha o que apraz olhar. Há nas mesas Literatura e cada um lê o que apraz ler.

Haverá um tempo em que todos se respeitarão à mesa. Cada comensal respeitará o seu irmão ao lado. Não criticará seus gostos, não o olhará de soslaio e com desdém a sua postura à mesa, seus modos. Tão somente saberá se portar dignamente, vigiando sua própria postura e seus modos, para não constranger, melindrar ou perturbar o ambiente.

A Humanidade ainda tem muito que aprender nesse conjunto de cerimonial que deve ser observado no Salão Prandial da Vida. Mas sempre haverá um anfitrião para orientar o banquete. E sempre haverá um cicerone para mostrar o que há de importante onde se está ou onde se vai e dando as informações pertinentes.

A existência, a vida, pode ser comparada a vários salões de banquete.

Pois o que é a humanidade, o que é a sociedade, o que é a população senão grupos de indivíduos organizados ou irmanados por interesses ocupacionais ou ideais de aspiração intelectual, estética, espiritual, afetiva ou de qualquer ordem prática. Por conseguinte, representantes dessa humanidade, sociedade ou população. Indivíduos que apresentam afinidades, no caso, os neófilos, aqueles que têm apreço ao novo, às inovações e novidades, por extensão, buscando novas experiências, novos conhecimentos, estarão representados nessa obra de ficção.

Saindo do senso comum, desse conjunto de opiniões e modos de sentir que, pela tradição são infundidos aos indivíduos e aceitos como verdades e comportamentos próprios da natureza humana, os personagens dessa obra, através das suas próprias experiências insólitas, posto que contrárias ao costume, ao uso e as regras, buscarão tirar suas próprias conclusões, desvencilhando-se de todas as demais informações que até aquele momento receberam. Pois muitas sendo conflitantes entre si.

Eles aceitam o convite feito por uma entidade misteriosa, que lhes assegurou possuir os métodos, os instrumentos e as aparelhagens para a execução, o começo e todo o percurso da jornada particular de descobertas que tinham intenção de realizar. E tudo disponibilizado para a utilização conforme o talante daqueles que buscavam o fundamento de algo que era o objeto da sua busca, da sua curiosidade.

É possível que haja conspirações para encobrir verdades? Sim, é possível. É possível descobrir a verdade por nós mesmos? Talvez.

É possível que o que for aventado, qualquer ideia sugerida, não seja um disparate total e desplante sim seria alguém zombar, desdenhar ou motejar de qualquer possibilidade, pois tudo o que for experiência de alguém estará imanente na sua realidade e somente a esse alguém caberá qualificar essa experiência? Tudo é possível.

Essa não é uma novela de ficção científica. É uma novela fantástica. É uma novela de possibilidades. O que pode ser. O que pode acontecer. O que pode ser praticado, levado a efeito, enfim, executado.

Esse enredo fictício é dedicado à nossa faculdade de compreender, de pensar ou de conhecer. Pois o conhecimento liberta, causa satisfação e anima. O desconhecimento aflige a alma, ensimesmando-a em seu próprio sentimento de inabilidade, ignorância ou nescidade. Cada dia descobrindo algo de novo e especial. Através da leitura, bons livros, boas conversas, enfim, leituras instrutivas e conversação instrutiva. O prazer pleno, o deleite, consiste justamente nesse angariar mais luz ao nosso cabedal, esse conjunto dos bens intelectuais ou morais, que vamos amealhando, dia a dia. Dia após dia, aprendendo. A aprendizagem diária causa um grande prazer. Ao menos para alguns suscita esse prazer.

Nesse enredo experiências irão ir além do comumente vivenciado no dia a dia.

Todos nós, como seres existentes, estamos deificados em nossa própria presença. Cabe a cada um de nós deixar espraiar a deidade em nós por toda a parte, onde estivermos. Que maravilhas poderemos criar ou vislumbrar. As possibilidades seriam infinitas.

Esse é um dos pontos básicos, basilares, da novela que aqui se apresenta.

A mesma será dividida em uma série de livros em formato de livro de bolso. Cada livro será uma continuação do enredo, com enfoque em situações e personagens específicos, mas sempre em concatenação com a ideia central.

Se algo pode ser maior por quê diminuí-lo? Apenas para se conformar à nossa crença? A verdade não está num livro, sobejado de controvérsias e dubiedades. A verdade está transcrita em letras indeléveis, na consciência de cada ser pensante e de cada ser no qual a consciência ainda dormita. A crença é a consciência deixando ser persuadida pelo ignoto, o desconhecido, a convicção é a consciência buscando desvelar esse desconhecido, através da sua própria experiência e não pelo impositivo de forças externas, que alardeiam que algo é pelo simples fato de ser e que o mistério deve ser simplesmente aceito sem nenhum questionamento, pela fé.

Os seres mais evoluídos não persuadem pela força da imposição do dogma indiscutível, mas deixando que a experiência do outro, naturalmente, o conduza para a verdade, para o conhecimento ou autoconhecimento.

Flamiel trilhou o seu caminho de autoconhecimento, em verdade relembrando o que o olvido pela aproximação com a humanidade desse planeta lhe acometeu, o esquecimento.

Ele poderia ser visto como um deus entre os humanos, porém ele não se considerava como um tal e nem esperava honrarias ou reconhecimento, tampouco qualquer tipo de encômio ou louvor. Tampouco o que ele fez por essa humanidade era por ele visto como um sacrifício. Muito pelo contrário, ele fez por empatia com essa humanidade, se tornando o próprio elo perdido, ainda não compreendido, ainda não alcançado com a inteligência que de momento a humanidade ainda não adquirira.

Quando não se tem inteireza de todo o panorama cumpre-se o dever por uma questão de índole ou propensão natural. Quando se tem inteireza de todo o panorama cumpre-se a mesma missão imbuído dessa mesma índole, mas agora com mais segurança e mais critério, técnica, talento ou dom, pois o entusiasmo advém do conhecimento pleno, que é a enteia inspiração.

Esse panorama completo é mostrado para Flamiel pelos Eviternos, seres que fazem parte dos Coexistentes, aqueles que observam a humanidade ou as humanidades desse planeta desde a chegada da mesma em seu solo.

Flamiel rufla as suas alipotentes asas, formadas pelo seu cabedal, o conjunto dos bens intelectuais e morais adquiridos ao longo dos milênios, e ascende rumo à eternidade, mas sem esquecer em nenhum momento daqueles que ficaram para trás.

A humanidade faz coisas estranhas comumente, não só esporádica, mas contumazmente, degenerando e aviltando a sua natureza, pois contrárias a ela ou ao que deveria ser a sua natureza. Na maioria das vezes por ignorância, algumas vezes por repetição proposital de uma atitude inconveniente, outras vezes por estar doente psiquicamente, animicamente, pura maldade. Porque somos assim? Alguns dirão que é da nossa natureza. Outros dirão que fomos feitos assim. Outros ainda que nos tornamos assim, imperfeitos. Que poderíamos ter seguido por outro caminho, portanto fizemos uma escolha equivocada. Alguns dirão que podemos nos redimir pela nossa própria força de vontade. Outros dirão que já não dependemos somente das nossas próprias forças, precisando de intervenção alheia, pois já estamos tão degenerados que força já não temos para nos soerguer por conta própria, quanto mais mantermo-nos em pé, necessitando reaprender a caminhar, claudicantes que estamos. Precisamos de arrimo e esse arrimo não vem do nosso próprio ânimo, portanto oriundo de outra fonte, essa imbuída de solidez moral.

Eles tiveram as experiências mais insólitas propiciadas a uma alma humana, por conseguinte, eles se colocaram na condição ou na qualificação para estarem ali. Não por privilégio, dádiva, oferecimento ou barganha. Eles estavam ali por sua própria evolução e por extensão, por seus próprios méritos.

Ali, naquele ambiente, a humanidade que havia neles encontraria todas as condições adequadas à sua natureza e necessidade, por conseguinte, propiciando o ensejo para um novo começo, alijando as tendências ignominiosas para um tempo já olvidado pela consciência, pois imbuídos, doravante por dignos propósitos. Eles ali erigiriam, não o modelo definitivo para a humanidade do porvir, pois essa responsabilidade não foi conferida a eles. Ali eles simplesmente teriam a oportunidade de, através das suas próprias experiências, sugerir outras possibilidades no tocante à própria experiência humana.

Se tivéssemos a oportunidade de vermos com nossos próprios olhos o que estava velado, se pudéssemos tocar com nossos próprios dedos o próprio inatingível, se pudéssemos sentir o olor da inodora realidade, a recender em toda parte e a se impregnar em tudo o que existe, com sua inexaurível fragrância, isso mudaria, de forma indelével e imanente, o que somos? Isso nos faria mudar assim de supetão?

Nos faria abandonar as picuinhas das nossas atitudes tacanhas? Esse conhecimento nos deixaria mais empáticos e menos empedernidos e cruéis? Deixaríamos de maltratar e matar os nossos irmãos menores, os animais? Cuidaríamos mais deles, protegendo-os, se soubéssemos a verdade, o porque deles estarem entre nós? Se soubéssemos a verdade continuaríamos nos alimentando de suas carnes, com uma inconsciência famélica e sem remorsos?

Se soubéssemos a verdade sobre as raças, sobre o porque da diversidade de culturas étnicas no seio antropológico da humanidade, continuaríamos com a insensatez dessa desairosa postura discriminatória?

Se soubéssemos a verdade buscaríamos coadunar, amalgamar o conhecimento haurido na fonte inexaurível, por grupo étnico e cultural para uma completude de visão, ainda não abarcada por uma segregação infundada e anti-humana? Facultando, por conseguinte, à humanidade uma sapiência ou um grande acervo de conhecimento ainda não abarcado, ainda não abrangido justamente por essa separação insultuosa. Se soubéssemos a verdade essa por si só mudaria o que somos, solapando os alicerces dos nossos preconceitos?

Se soubéssemos a verdade sobre os sentimentos de simpatia ou antipatia com relação ao outro, a causa dessa simpatia ou antipatia, a natureza desse ligame, dessa força vinculadora que une ou separa os seres por afinidade, continuaríamos com nossos sentimentos possessivos, ciúmes e concupiscência? Seríamos mais empáticos se soubéssemos a verdade nesse particular?

Conhecer não muda o que somos. Experiências não muda o que somos. O que mudará o que somos, para melhor, que é sempre o ideal, é a predisposição, a tendência natural para acatar os ditames da consciência, para agir com probidade em cada situação, como convêm a um ser racional e mais do que racional, um ser moral. E mais do que uma conveniência, uma tendência natural, imputrescível e imutável ante os ataques agressivos de uma natureza conflituosa e antagônica, que nos instiga a desviar de um caminho reto e digno.

Eles estavam ali, naquele ambiente criado por Flamiel, naquela ilha e naquela cidade, não para dar um rumo para a humanidade como um todo, mas para dar um sentido, um norteador e uma nova roupagem para a humanidade imiscuída e impregnada em seus próprios espíritos. Um novo começo.

Características
Número de páginas 144
Edição 1 (2019)
Formato Pocket (105x148)
Acabamento Brochura s/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Valdecir de Oliveira Anselmo

Valdecir de Oliveira Anselmo é Bibliotecário, Bacharel em Biblioteconomia, Pós-Graduado em Gerência de Pessoas. Mora atualmente em Caxias do Sul, RS.

Gênero literário ao qual se dedica: Poema, Conto, Pensamento literário, Ensaio Literário, Artigo Literário, Resenha Literária.

Entidade Literária: Academia Caxiense de Letras RS (Membro Acadêmico Titular desde 2008 – Cadeira nº 23).

Vice-presidente da Academia Caxiense de Letras/RS Gestão 2014/2015

Administrador do Site: http://www.academiacaxiensedeletras-rs.com/;

Organizador da I Feira do Livro da Academia Caxiense de Letras RS (2014);

Organizador da Agenda Anual 2015 da Academia Caxiense de Letras RS (Com o Projeto Liame Literário);

Idealizador e Coordenador do I Concurso Literário “Aflorando Novos Talentos” da Academia Caxiense de Letras RS (2014) para o Ensino Fundamental, Médio e Superior;

Um dos Organizadores da Semana do Escritor (Caxias do Sul, 2014);

Idealizador e administrador da Base de Dados dos Processos Unificados da Academia Caxiense de Letras RS;

Classificação e Catalogação do Acervo documental da Academia Caxiense de Letras RS em sistema informatizado de acervo.

Coordenador Geral das COMISSÕES DE TRABALHO ACADÊMICO para 2015.

Título de ACADÊMICO DO ANO pela divulgação da entidade em 2010.

Recebeu a CONDECORAÇÃO DE GRATIDÃO DA ACADEMIA CAXIENSE DE LETRAS RS “ORDEM DO FACHO INEXTINGUÍVEL NELLY VERONESE MASCIA” na data de 14/março de 2015 pelos relevantes serviços prestados à entidade.

Proponente, idealizador, Editor e Diagramador da REVISTA ELETRÔNICA DE LITERATURA DA ACADEMIA CAXIENSE DE LETRAS RS – Volume 1 a ser lançado em janeiro de 2016.

Dante: revista literária da Academia Caxiense de Letras RS. Caxias do Sul: Academia Caxiense de Letras RS. V. 1, n. 1, out. 2015. (Revista Impressa lançada em outubro/2015)

# Idealizador e Projeto: Valdecir de Oliveira Anselmo (Vice-Presidente da Academia Caxiense de Letras RS – Gestão 2014/2015).

# Editor, Redator e Diagramador: Valdecir de Oliveira Anselmo (Vice-Presidente da Academia Caxiense de Letras RS – Gestão 2014/2015).

# Conteúdo: Artigos; Ensaios, Entrevistas; Resenhas Literárias; Textos Literários; Colunistas.

Membro da CASF (Comissão de Avaliação, Seleção e Fiscalização) do FINANCIARTE (Financiamento da Arte e Cultura Caxiense) – 2014/2015, 2015/2016 no Segmento de Literatura.

Contato: [email protected] [email protected]

Livros publicados:

Poemas:

ANSELMO, Valdecir de Oliveira. Cálido ósculo do encanto. Caxias do Sul: ed. do autor, 1991.

ANSELMO, Valdecir de Oliveira. Fluidez. Caxias do Sul: ed. do autor, 1991.

ANSELMO, Valdecir de Oliveira. Recendência. Rio de Janeiro: Quártica, 2008.

ANSELMO, Valdecir de Oliveira. Estro: engenho poético. Rio de Janeiro: Quártica, 2008.

Novela:

ANSELMO, Valdecir de Oliveira. Transcendência. Rio de Janeiro: Quártica, 2009.

Pensamentos literários:

ANSELMO, Valdecir de Oliveira. Pensamentos transcendentes. Caxias do Sul: Maneco, 2012. (FINANCIARTE)

Livros E-Books (na Internet):

1. Almejos da angelitude – pensamentos. Valdecir de Oliveira Anselmo.Edição do Autor .pdf

2. Angelitude (poemas). Valdecir de Oliveira Anselmo. Edição do Autor .pdf

3. Recanto aprazível: poemas 2008. Valdecir de Oliveira Anselmo. Edição do Autor .pdf

4. Laudatória transcendência: poemas. Valdecir de Oliveira Anselmo. Edição do Autor. pdf

Participação em antologias

1. Cone Sul: antologia literária. Rio de Janeiro: Litteris, 2000

Obra: Regateando (poesia)

2. Terra brasilis: 500 anos de amor ao Brasil; antologia literária. Rio de Janeiro: Litteris, 2001

Obra: Ó meu Brasil! (Poesia)

3. Livro diário do escritor 2007. Rio de Janeiro: Litteris, 2007

Obra: Pensamento

4. Livro diário do escritor 2008. Rio de Janeiro: Litteris, 2007

Obra: Colóquios de um anjo com a esperança (Poesia)

5. Livro diário do escritor 2009. Rio de Janeiro: Litteris, 2009

Obra: Postura e anelo (Pensamento)

6. Livro diário do escritor 2010. Rio de Janeiro: Litteris, 2010

Obra: O otimista (Pensamento)

7. Livro diário do escritor 2011. Rio de Janeiro: Litteris, 2011

Obra: Poesia, um caminho de luz para o espírito (Poesia)

8. Livro diário do escritor 2012. Rio de Janeiro: Litteris, 2012

Obra: Luz na alma do poeta (Poesia)

9. Academia Caxiense de Letras. 2ª antologia literária da Academia Caxiense de Letras. Caxias do Sul: Academia Caxiense de Letras, 2010.

10. Academia Caxiense de Letras. Jubileu de ouro 2012: Academia Caxiense de Letras – RS. Caxias do Sul: Lorigraf, 2012.

11. Agenda 2015 da Academia Caxiense de Letras RS (Liame Literário).

Livros de referência literária

1. Novo dicionário biobibliográfico dos escritores brasileiros 2000. Rio de Janeiro: Litteris; São Paulo: Casa do Novo Autor, 2001

2. BERTUSSI, Lisana Teresinha. Dicionário biobibliográfico de escritores da região de colonização italiana no nordeste do Rio Grande do Sul: das origens a 2005. Porto Alegre: EST, 2006

Livros não publicados

1. Contos inusitados: contos. (Valdecir de Oliveira Anselmo)

2. Além dos píncaros nevados: poemas. (Valdecir de Oliveira Anselmo)

3. Dos enlevos de um anjo (Poesias) – Registrado no Escritório de Direitos Autorais da Fundação Biblioteca Nacional sob nº 182.667 em 20 de setembro de 1999.

Site Literário

http://argutialittera.blogspot.com.br/

Sites organizados, editados e administrados (2014/2015)

http://academiacaxiensedeletrasrs.blogspot.com

http://revistadanteaclrs.blogspot.com

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