Este pequeno ensaio tem como objetivo propor um ato de revolução anarquista em relação ao cinema, tanto ao produzi-lo como ao apreciá-lo, tomando a obra alheia para nós mesmos como um levante à imposição dos artistas e críticos, discordando ou concordando das interpretações artísticas conforme queiramos, para que possamos livrar os filmes da massificação dos estúdios e do poder do dinheiro, tornando a sétima arte mais independente e profunda (quase que 100% autoral e de "guerrilha").
Acompanhado do ensaio, dois de meus roteiros aparecem após o texto principal, complementando o livro e mostrando meu projeto de extensão (e divulgação) de meus livros para o audiovisual.
| Número de páginas | 61 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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