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O Futebol Segundo o Torcedor
Categorias
Literatura Nacional, Poesia
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Sinopse

Lendo este livro, talvez possamos perceber o quanto somos todos ridículos. Quando nos pomos na condição de mero torcedor de uma equipe de futebol, ou mesmo da seleção de jogadores oriundos de um determinado país, significa que temos dentro de nós um vazio imenso, que precisa ser preenchido imediatamente com algo mais importante e mais útil para nossas vidas.

Não se trata aqui de desqualificar o esporte − em especial o futebol − que, por sua plasticidade, beleza e magia, tornou-se um prodígio internacional, apreciado e praticado em todos os rincões do mundo. Mas, creio que, no esporte, somente Pelé e o próprio futebol são feitos incontestáveis que podem ser considerados fenômenos.

Todavia, desprovidos de qualquer senso crítico e razão moral, já perdemos a essência do espetáculo e o sentido total do esporte. Tornamo-nos inteiramente cegos por essa paixão doentia. Mas isso é ainda pior, pois passamos a ver os nossos adversários como inimigos reais e, muitas vezes, geramos uma guerra mortal. Espero que essa leitura sirva para uma reflexão geral sobre o nosso comportamento; que passemos a gostar de futebol com menos fanatismo e mais amor.

Características
Número de páginas 48
Edição 1 (2016)
Formato Pocket (105x148)
Acabamento Brochura s/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
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Francisco Marques Poeta

# / # Francisco Marques de Sousa (Francisco Marques Poeta), nascido aos 27 de junho de 1964 no interior do Estado de São Paulo. Aos seis anos de idade, muda-se para o Estado do Paraná. Passa toda sua infância em uma fazenda pecuarista no interior desse Estado, praticamente isolado da sociedade, convivendo apenas com seus pais, seus irmãos e irmãs.

# / # É alfabetizado somente aos 12 anos de idade, quando tem acesso a escola pública. Desde 1976 até 1986, estuda na escola estadual do pequeno município onde residi. Mesmo sem nunca haver reprovado um ano letivo, só cursa até o ensino médio. Daí por diante, torna-se um autodidata e jamais tem acesso a formação acadêmica.

# / # Ainda na infância, seu sonho é ser músico. Mas, deparando-se com sua falta de voz para cantar ou talvez talento para a música, volta suas atenções para os livros (sobretudo os didáticos). Influenciado por algumas poesias e contos de Carlos Drummond de Andrade e de outros autores brasileiros, arisca escrever seus primeiros versos e torna-se poeta.

# / # Aos 25 anos de idade, o poeta volta com sua família para o interior de São Paulo. Mas muda-se, três anos depois, para a região metropolitana. Na cidade de Guarulhos e na Capital, tem acesso a outras fontes culturais e artísticas, especialmente o teatro. Sendo assim, participa de diversas oficinas de teatro, literatura e recitais de poesias.

# / # Todavia, a necessidade de sobrevivência, faz do poeta um mero operário. Nem sempre ele consegue tempo para dedicar-se as artes, sequer a sua arte de escrever. Mesmo assim, suas ideias e sentimentos, que antes seriam versos, com o passar dos anos, tornam-se prosa: talvez crônicas, talvez contos...

# / # Atualmente, em busca de uma modalidade mais acessível ou mais “popular” para divulgar sua arte, ele continua apostando na prosa. Talvez seus poemas sejam agora as flores do campo plantadas na calçada fria da sua prosa urbana. Eis que o poeta do sertão vira escritor (metropolitano), como se um poeta já não o fosse.

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