Em uma cidade onde o tempo insiste em não passar, o verdadeiro mistério começa quando as luzes se apagam.
Em Riacho das Almas, 1977, a poeira avermelhada cobre tudo, exceto o estúdio de João, o "Místico Alquimista" da cidade. Seus retratos não mostram apenas rostos; eles revelam sombras que parecem se mover e olhares que desafiam a biologia. Mas o coração do mistério pulsa atrás de uma porta de carvalho pesado, sempre trancada: O Quarto Escuro. De lá, emana uma luz vermelha rítmica, como o batimento cardíaco de uma criatura abissal, e o odor penetrante de reagentes químicos que escondem um segredo terrível.
Aos quinze anos, Gabriel é consumido por uma curiosidade roedora. João não está apenas revelando negativos ali dentro. Ele está manipulando o tempo, costurando a eternidade com fios de prata em experimentos bizarros para aprisionar almas e memórias em fotografias antigas. Impulsionado pela coragem infantil, Gabriel decide espiar através de uma fresta na velha porta.
O que ele vê o deixa paralisado. Entidades fantasmagóricas gritam no quarto escuro, saindo das próprias imagens. Gabriel torna-se a única testemunha de uma alquimia proibida que transborda para o resto da pensão. Ele deve decidir se conta a alguém ou se tenta desvendar o mistério sozinho, antes que os segredos libertados o tornem a próxima vítima.
| Número de páginas | 100 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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