O que fizeram com a Bíblia
Das duas pedras da lei às Bíblia de hoje
Código do livro: 356745
Categorias
Crítica Literária, Religião, Teologia, Antiguidades E Arqueologia, Bíblia, Bíblias
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Sinopse

O livro aborda sobre a origem da Bíblia desde a outorga das duas Pedras da Lei até a idade moderna e os meios de impressão,dos processos de traduções e compilação, os bastidores das sociedades publicadoras, embates e debates que levaram às consequentes adulterações dos textos para atenderem diferentes grupos cristãos. O livro é impactante, uma completa investigação e análise da Bíblia, dos papiros que foram colacionados para formaram os Codex Antigos.

Desvestido de ceticismo e preconceitos sobre a literatura bíblica, o autor J.A.NEVES, diferentes dos confessionais, procurou revelar comprovas irrefutáveis os motivos que levaram a produção das diferentes traduções e versões modernas da Bíblia.

O que você descobrirá na leitura deste livro, além das adulterações?

De onde surgiram os textos modernos?

A teoria em que se baseiam estes textos foi primeiramente proposta por Westcott e Hort em 1881, e desde então, existe hoje uma enorme quantidade de textos chamados críticos (só da linha de Nestlé-Aland já temos 27 edições diferentes e algumas as traduções em geral não usam nenhum deles completamente, mas partes de cada um deles misturando inclusive em alguns casos com o TR). Necessidade da Moderna Teoria Crítica Textual A maior causa é justamente a forte divergência entre os manuscritos.

Há um enorme número de “variantes textuais” que precisam ser analisadas para se “escolher” qual delas poderia proceder do o texto autografo, das famílias manuscritas das primeiras cópias. Pode não parecer obvio, mas as diferenças textuais entre os manuscritos e o número considerável de variantes já atraia atenção dos estudiosos para outras questões relacionadas à produção do NT, em detrimento das incongruências e contradições entre os Evangelhos e a teologia paulina.

Diante dessa assertiva histórica fica mais que provado que o texto do Novo Testamento é uma edição e tradução baseada em uma seleção de citações e fragmentos que, ainda que datassem todos do II século, são cópias produzidas por escribas posteriores à “época dos apóstolos”.

Em nenhum deles é possível ver a sombra das penas de seus respectivos autores, isto porque, o que se pode afirmar, é que escribas habilidosos viram a oportunidade de escreverem suas obras valendo-se das crenças e informações especulativas que circulavam a cerca de um “homem divino” chamado Jesus e que tinha Doze seguidores.

A analise aplicada é mais sincrônica que diacrônica, uma vez que só se pode chegar aos autores dos textos se tivessem em mãos cópias fiéis dos próprios escribas que deram cada um as suas obras pseudônimos. A questão é, por que editores tradutores e teólogos defendem tanto a preservação da Escritura (Bíblia) e se contradizem quanto à definição de qual é o texto original do Novo Testamento?

Não que eu queira ser redundante nas minhas citações, mas para valoração dos pressupostos defendidos, é bom que as vozes em defesa do texto original ecoem nesse livro, como reconheceu Pickering ao fazer as seguintes declarações: “Que existe um problema concernente à identificação da exata redação original do Novo Testamento em grego, fica evidente pelo fato de terem sido impressas um considerável número de edições do mesmo, competindo umas com as outras. Por “competindo” quero dizer que elas não concordam uma com as outras em relação a quais são as exatas palavras do texto.

Tal discordância é possível porque não há sequer dois dos antigos manuscritos em grego (cópias escritas à mão) por nós conhecidos que sejam absolutamente idênticos em cada palavra, e temos que depender dessas cópias porque os Autógrafos dos Apóstolos (isto é, os documentos originais) não mais existem. (Eles se destruíram pelo muito uso, provavelmente bem antes de 200 DC.)”.

Características
Número de páginas 282
Edição 1 (2015)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Colorido
Tipo de papel Offset 75g

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