O que ninguém vê

Por Roberto Maia

Código do livro: 994657

Categorias

Planejamento Da Cidade & Desenvolvimento Urbano, Direito Civil, Deficiências Físicas, Cidadania, Arte E Arquitetura, Direito, Desenvolvimento Humano, Arquitetura

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Sinopse

"O Que Ninguém Vê" não é apenas um livro sobre normas técnicas de acessibilidade, mas um contundente manifesto pela dignidade humana. A obra atua como um espelho e um convite para enxergarmos as barreiras cotidianas que a sociedade, muitas vezes imersa na pressa e no individualismo, insiste em ignorar. Vivemos em um mundo estruturado por padrões excludentes, onde a inacessibilidade ergue muros invisíveis em calçadas, edifícios, comunicações e atitudes, marginalizando ativamente milhões de pessoas. O texto conduz o leitor por uma reflexão que transita pelo histórico dos direitos da pessoa com deficiência e pela arquitetura legal brasileira — englobando a Lei Brasileira de Inclusão e as normas da ABNT. Indo além do aspecto jurídico, a obra propõe análises filosóficas sobre a biopolítica da exclusão, a mercantilização da vida e a tirania do desempenho. Desmistifica-se a ideia da acessibilidade como caridade, privilégio ou mero custo, reposicionando-a como um pilar inegociável da cidadania. Mais do que expor o problema, apontam-se soluções estruturais. Abordando os desafios práticos nos espaços urbanos, nos transportes, no meio digital e na educação, o livro defende a urgência do Desenho Universal. É um chamado à ação para desconstruirmos o "padrão", compreendendo que a inclusão não é um ajuste posterior, mas a essência na concepção de um futuro que acolha a diversidade humana em sua plenitude.

Características

ISBN 9798180422125
Número de páginas 142
Edição 1 (2026)
Formato 16x23 (160x230)
Acabamento Brochura s/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Idioma Português

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Roberto Maia

Sou Roberto Maia, Arquiteto e Urbanista com mais de 17 anos de experiência, com forte atuação no desenvolvimento de projetos urbanísticos e de edificações. Possuo MBA em Construções Sustentáveis e, ao longo da minha jornada, mergulhei a fundo no universo da acessibilidade, uma área que se tornou não apenas a minha especialidade técnica, mas o meu verdadeiro propósito de vida. Acredito firmemente que a arquitetura vai muito além do desenho técnico; ela transforma realidades, conecta pessoas e torna o ambiente mais humano quando pensado para todos. Meu desafio e motivação diários consistem em traduzir normas em soluções que sejam belas, viáveis e inclusivas. Como autor do livro O Que Ninguém Vê, busco levar essa visão para além das pranchetas, discutindo a acessibilidade como um imperativo ético e um direito à dignidade. Meu objetivo literário e profissional é ajudar a construir pontes que substituam os muros invisíveis da nossa sociedade, mostrando que a empatia, aliada à técnica, é a rota mais segura para um mundo verdadeiramente para todos.

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1 comentários
Roberto Maia (Autor)
Segunda | 08.06.2026 às 14h06
Escrevi O Que Ninguém Vê não apenas como um livro sobre acessibilidade, mas como um manifesto pela dignidade humana. Como arquiteto e especialista, o meu objetivo foi ir muito além dos jargões técnicos ou do simples cumprimento burocrático de leis e normas. Esta obra nasce de uma profunda inconformidade com a invisibilidade e com os muros — físicos, atitudinais e temporais — que a sociedade ainda impõe e insiste em não enxergar. Ao navegar por estas páginas, o leitor encontrará um diálogo sensível e rigoroso que cruza a prática profissional com a filosofia de pensadores como Foucault, Guattari e Byung-Chul Han. O livro propõe um espelho crítico sobre como a pressa cotidiana e a lógica do desempenho muitas vezes desvalorizam a diversidade dos corpos e roubam o tempo de quem apenas deseja exercer o direito fundamental de ir, vir e pertencer com autonomia. Este trabalho é um convite e um compromisso ético para jovens, empresas, gestores públicos e colegas arquitetos repensarem a forma como projetamos o mundo. Afinal, olhar para a acessibilidade sob a ótica do Desenho Universal não é um ato de caridade, mas uma escolha civilizatória e uma rota segura para o nosso próprio futuro. Convido você a desenvolver esse novo olhar e enxergar, de fato, o que ninguém vê. Boa leitura!