Ana, filha de uma padeira do interior de Minas, cresceu sem pai.
Só ouvia falar dele como quem fala de lenda: homem de mar, sotaque estranho, olhar que furava.
Aos 30 anos, no leito de morte da mãe, ela recebe a verdade:
“Teu pai é Tomás Figueira, arquiteto português.
Ele voltou para Lisboa em 1996 e nunca mais voltou.
Mas te amou.
E você vai encontrá-lo.”
Mas Lisboa não é só beleza.
É ruas que escondem, castelos que guardam, músicas que não esquecem.
E um homem que vive com culpa maior que o Tejo.
Entre chuvas que não param, partituras que não tocam, cartas que nunca chegaram e um retrato que sorri mesmo molhado, Ana vai descobrir:
O segredo não é onde ele está.
É por que ele nunca voltou.
E, quando a verdade vier à tona,
ela vai ter que decidir:
Perdoar o tempo que se foi?
Ou viver o amor que ficou?
| Número de páginas | 21 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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