Os Demônios de Ergatan
Psicotrápolas
Código do livro: 359158
Categorias
Fantasmas, Fantasia, Aventura, Literatura Nacional, Ficção e Romance, Ficção
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Sinopse

Edin e seu filho Dion são membros de uma casta de assassinos encarregados de procurar e eliminar os desertores de seu próprio povo: os nômades conhecidos como Suna Mandhis, guardiões de conhecimentos secretos e há muito esquecidos pelo resto do mundo.

A dupla está à procura de um homem chamado Gorgo, o qual tem vendido os segredos dos Suna Mandhis para os povos que se dizem "civilizados". Pior ainda, Gorgo aliou-se a um grupo de pessoas muito ruins, formado por contrabandistas, piratas e mercenários frios e inescrupulosos. Esse bando ao qual Gorgo se aliou é liderado pelo famigerado capitão do Baleia Negra, um navio pirata famoso em toda costa leste do Império de Hudan.

Fingindo serem dois simples andarilhos mendicantes na capital da província de San Napolean, ambos se apresentam para o público nas ruas; ora cantando suas canções típicas, ora lendo a sorte dos transeuntes nas cartas e ora vendendo suas milagrosas poções.

Então uma pista de Gorgo chega até eles e os leva em uma viagem apressada para o extremo Sul da província, atravessando cidadelas muradas, aldeias rurais, vilas e fazendas da região, até mergulharem nas terras ermas que cortam a paisagem litorânea, rodeada a oeste por uma exuberante e densa mata tropical e a leste pelo mar.

Enfim eles chegam ao último vilarejo de San Napolean, escondido entre o mar, a mata tropical e o Dragão Fanstasma; um grande rio que demarca a fronteira entre a civilização e as terras selvagens do sul e do qual as nesgas de neblina elevam-se sobre o mundo nas horas mais frias da noite.

Neste cenário hinóspito e afastado, Edin e Dion são avistados por uma entidade fantasmagórica possuída por um desejo de vingança e destruíção...

Será isto obra de Gorgo? Que perigos os dois andarilhos enfrentarão para encontrar seu perigoso alvo na misteriosa e afastada vila? Quão terríveis serão seus aliados?

A neblina cobre este pequeno pedaço de mundo, envolvendo a tudo e todos em uma cortina fantasmagórica na qual os vultos sombrios dos galhos das árvores se confundem com os fantasmas e demônios reais que se escondem em cada fresta, atrás de cada pedra e nos corações das pessoas...

Abaixo uma das canções populares dos Suna Mandhis (presente nesta obra): Atrevem-se os incautos

Atrevem-se os incautos à noite

Atrevem-se ao frio

Atrevem-se às pessoas

Qual demônio não espreita

O incauto desavisado

A fim de lhe lançar, da língua, uma maldição?

Rogam horrores, os demônios

Rogam pragas, às pessoas

Rogam verdades, a quem delas tem pavor

Qual veneno, senão ela, mais ácido ao sangue

De quem em remorso se consome

Até em casca vazia se acabar?

Senão ela, a verdade

Senão ela, da culpa a causa

Senão ela, a sombra que pesa e encurva a alma

Vão-se os vultos, de abutres e sombras

Vão-se os vultos, só miragens ao vento

Vão-se, da mente ao espírito que arde em tormento

Qual incauto a cambalear pelo mundo

Qual incauto, do crime à própria punição

De descanso nada encontrará, ao tombar, o incauto sob o peso que leva no coração

Pois atrevem-se; os incautos, a despeito de um julgamento

Atrevem-se; os incautos, a despeito do próprio fenecimento

Atrevem-se; os incautos, como que nada caísse-lhes do manto do firmamento

Atrevem-se aos incautos, as injurias dos demônios

Atrevem-se aos incautos, os castigos que se lhe apresentam ocultos

Atrevem-se aos incautos, as intempéries do mundo

Atrevem-se

Os incautos

Resguardam-se os previdentes

Características
ISBN 9786500305500
Número de páginas 438
Edição 1 (2021)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Polen

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Éder S.P.V. Gonçalves

Éder da Silva Paiva Vasconcelos Gonçalves nasceu no ano terrestre de 1985 d.C. em 18 de Julho; curiosamente o mesmo ano em que Zéfirus IV era coroado imperador de Hudan em Bars — mas ele tem o desejo secreto de ter nascido alguns milênios antes apenas para poder ver de perto as criaturas da megafauna e as incríveis florestas daquela época e com sorte, algum dinossauro; por isso ele fica muito atento para ver se não encontra uma certa cabine azul estacionada por aí, na tentativa de conseguir ao menos alguma carona para épocas passadas.

É natural da cidade de Osasco (Oz para os íntimos) no estado de São Paulo (uma cidade curiosa; em que acontecem coisas estranhas, como vampiros e anhangás andando por aí).

Ele é casado com Lilian — sua conselheira e crítica. Tem uma filha; à qual batizou de Diana em homenagem àquela Diana que derrotou Araór Végus. Ele também considera como sua filha a sobrinha; Michelly.

Formado em Ciência da Computação, ele trabalha na área de tecnologia — atividade que exerce com o intuito secreto de criar Inteligência Artificial suficientemente avançada para se tornar o predador natural da espécie humana, afinal toda criatura na natureza precisa de um predador para que as coisas não fujam do equilíbrio; mas Éder nega este fato com veemência.

Ao contrário de Copergusia, Éder procura preencher o tempo livre até que não reste um único segundo livre; desenha, coloca a leitura em dia (principalmente relendo seus autores favoritos), assiste séries, cria sistemas de criptografia, desenvolve geradores de pseudoidiomas, faz trilhas, estuda desenvolvimento de jogos, treina girevoy sport e por último, mas não menos importante, ele também escreve, escreve e escreve como uma pessoa louca o faria; isto é, de forma compulsória.

Como adora florestas e praia, está à procura de uma casa em Ergatan, mas a situação econômica no vilarejo não está muito boa no momento. Ao contrário de Sorbobe, nunca pescou um peixe na vida e costuma ser muito inseguro. Tem um temperamento parecido com o de Raido e parece já ter nascido idoso. É bom de prato como Diorio. É sociável como Liuaxur quando necessário; estritamente quando necessário. Não é capitalista como Osjevino e Trevaana, mas possui a frieza de Trevaana quando precisa cuidar de assuntos espinhosos.

Muitos especulam com uma criatividade fervorosa a respeito de qual seria a sua religião; mas sempre que é questionado a esse respeito ele alega que a sua crença o proíbe de revelar tais informações — alguns acreditam que os Suna Mandhis devem conhecer esse segredo. Éder gostaria de ter um anel tão útil quanto o de Edin e também o seu deck de cartas. Assim como Dion, Éder possui a capacidade de ver as coisas por um angulo diferente; e por isso é tido como uma pessoa excêntrica. Não à toa, dizem que a temática principal de seus livros é o sobrenatural, mas ele insiste que não se trata disso: ele apenas escreve o que vê e escuta em suas viagens para outros mundos, sendo o seu destino preferido o planeta Bars.

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