Portugal, 1653. Isaac ben Abraham Tavares, cristão-novo perseguido pela Inquisição, foge de Belmonte com seu nome em editais e a cabeça a prêmio. Sua única saída é embarcar numa nau de degredados rumo ao Estado do Maranhão e Grão-Pará — o fim do mundo, onde condenados, assassinos e desertores são lançados ao desconhecido em nome da Coroa.
Mas o Brasil não é salvação. É apenas outro tipo de perdição.
Subindo o Rio Amazonas com um capitão de um olho só, dois jesuítas em conflito e uma tripulação sem nada a perder, Isaac registra em seu diário cada légua de floresta, cada morte, cada sinal de que algo muito mais antigo do que Portugal os observa entre as árvores.
Quando chegam ao território proibido dos índios Pacaás, o que encontram não é ouro.
É algo que não deveria existir.
Os Domínios da Floresta é uma ficção histórica ambientada no Brasil colonial, onde a brutalidade da Inquisição, a imensidão da Amazônia e o terror do inexplicável se encontram num único relato de sobrevivência — escrito por quem sobreviveu, mas nunca escapou.
| Número de páginas | 102 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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