Há retratos que carregamos a vida inteira. - Allan Moretti carrega onze. Onze mulheres que amou. Onze despedidas que o marcaram. Onze telas pintadas ao longo de quatro décadas, desde aquele primeiro beijo sob uma oliveira siciliana até as ruas iluminadas de Los Angeles. - Tatiana lhe ensinou que o amor pode ser perigoso. Rita, que amar também é deixar ir. Kumiko mostrou que nem todo lugar serve para qualquer um. Mute disse que ele nunca seria suficiente. E Margot — ah, Margot — foi o grande amor que partiu quando ele mais precisava.
Cada mulher, um retrato. Cada despedida, uma lição. Cada tela, um pedaço da alma. - Mas existe um décimo segundo retrato. O mais importante. O mais doloroso. O retrato feio que Allan só descobrirá quando já for tarde demais — e que todos nós, sem exceção, carregamos dentro de nós. - Esta é a história de um pintor que transformou cada amor perdido em arte. E a descoberta de que nossas imperfeições não são falhas a serem corrigidas, mas parte essencial de quem somos. Uma jornada brutal e honesta sobre amor, perda e a coragem de aceitar nossos retratos feios.
"Sempre temos algum retrato feio em nossa vida. A questão não é apagá-lo. É aprender a conviver com ele."
| Número de páginas | 106 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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