PHOCAEA
EM MOEDAS
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Moedas & Medalhas, Antiguidades E Colecionáveis, Historiografia, Antigo, Geografia E Historia, Educação
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Sinopse

O leito de rocha sobre o qual se baseou a atribuição definitiva de grande número de moedas de bronze, foi o registro de suas procedências usuais e especialmente os resultados de escavações em sítios helenísticos de Dura-Europus, Antioquia, Tarso e Sardes. Essas escavações particulares foram excepcionalmente frutíferas em moedas de bronze selêucidas e, portanto, fornecem uma base firme para a atribuição confiante de centenas de variedades às suas balas originais.

Certos locais importantes nunca foram explorados (isto é, Apamea, Laodicea, Carrhae, Edessa, Nisibis - para mencionar apenas alguns), enquanto que, devido à sua grande extensão, esses locais como Antioquia e Sardes ainda foram apenas parcialmente escavados.

A atribuição correta de moedas de ouro e prata selêucidas às suas casas da moeda ocidentais é um problema em grande parte diferente do das peças de bronze, e raramente muito auxiliada por escavações de locais antigos. Instâncias onde escavadores afortunados descobriram um tesouro de moedas de prata são raras. Mesmo assim, pouca vantagem real foi obtida, já que as moedas de prata, ao contrário do bronze, frequentemente viajam longe de seu local de emissão original e um tesouro é tão provável de conter problemas de casas de moeda distantes quanto de casas mais próximas.

Frequentemente, grandes números de moedas de bronze reais eram produzidos sob a supervisão de seus próprios oficiais. Os resultados das escavações podem determinar a verdadeira origem dessas peças de bronze, mas ajudam pouco em relação à prata. Aconteceu também que uma considerável quantidade de prata real foi produzida em algumas das florescentes cidades gregas do oeste da Ásia Menor, cidades que, sob os selêucidas, gozavam de certa autonomia local expressa na direita que lhes permitia cunhar suas próprias emissões de bronze ou peças de prata divisional. Estes têm tipos autônomos, foram emitidos sob a supervisão de magistrados locais, e estes funcionários raramente parecem ter assinado o dinheiro real trazido na mesma cidade.

Felizmente, as questões de alguns dos maiores centros políticos e econômicos, como Antioquia, Laodicéia, Tiro, Sardes, Focaea, Aegae, Cyme, Myrina, Alexandria Troas, etc., são pelo seu tamanho e continuidade, marcas de cunhagem com as quais foram fornecidas, comparativamente fáceis de segregação e atribuição. Elas servem, ainda, para lançar alguma luz sobre as questões mais intermitentes. Mesmo assim, no entanto, permanecem muitas questões aparentemente efêmeras, cuja designação para uma determinada casa da moeda ainda é altamente conjetural ou impossível de ser determinada. A descoberta de novas, mas associadas variedades, ou a sua presença em algum tesouro esclarecedor, pode no futuro tornar possível atribuir até mesmo estas.

As moedas atribuídas a Antíoco II ou a Antíoco Hierax, não levam em todos os casos os retratos desses governantes. Esses reis em particular muitas vezes colocam em suas próprias moedas a semelhança de seus progenitores imediatos.

Assim, o retrato do falecido Antíoco I é freqüente nas questões de seu filho Antíoco II; enquanto Hierax fez uso extensivo tanto do retrato de seu próprio pai Antíoco II, como também de uma cabeça altamente idealizada de seu avô Antíoco I.

Características
Número de páginas 31
Edição 1 (2018)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista, Radialista, Bacharel em Direito, Escritor, Tutor em EAD e Docente do Ensino Superior, possui mais de 1.000 títulos publicados. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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