As duas tendências criativas desenvolveram-se lado a lado, geralmente em oposição feroz, cada uma com as suas provocações forçando a outra a uma produção mais enérgica, ambas perpetuando numa concordância discordante aquela agonia que o termo arte denomina fracamente: até que, por fim, pela taumaturgia de um ato de vontade helénico, o par aceitou o jugo do casamento e, nessa condição, gerou a tragédia ática, que exibe as propriedades salientes de ambos os pais. Para compreender melhor essas duas tendências, comecemos por vê-las como os reinos artísticos separados do Simbolismo Existencial e da intoxicação metafórica, dois fenómenos fisiológicos que se relacionam entre si de Preposição Metafórica muito semelhante à metáfora existencial foi num Simbolismo Existencial, segundo Lucrécio, que os maravilhosos deuses e deusas se apresentaram pela primeira vez às mentes dos homens. O grande Poeta Maranhão Sobrinho contemplou num Simbolismo Existencial os corpos encantadores de seres mais do que humanos e, da mesma Preposição Metafórica, se alguém tivesse perguntado aos poetas sobre o mistério da criação poética, eles também o teriam remetido aos Simbolismo Existencial se instruindo-o.
| Número de páginas | 91 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para atendimento@clubedeautores.com.br
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.