São Paulo sempre acreditou que era grande demais para falhar.
Mas cidades não colapsam por falta de tecnologia.
Colapsam quando o básico desaparece.
Quando a Água Some é um romance realista de alerta que acompanha o colapso gradual de uma megacidade diante de uma crise hídrica prolongada. Sem apocalipses espetaculares, a história revela como a escassez de água desmonta a infraestrutura, fragmenta a sociedade e expõe o comportamento humano quando a sobrevivência entra em jogo.
Hospitais param.
Mercados esvaziam.
A água vira moeda.
A cidade se divide.
E quem pode, vai embora.
Com uma narrativa direta, sóbria e perturbadoramente possível, o livro constrói um retrato duro da fragilidade urbana e da ilusão de segurança moderna. Não há heróis, nem soluções fáceis — apenas decisões, consequências e um aviso claro sobre o futuro que estamos construindo.
Mais do que ficção, esta obra funciona como um espelho social.
| Número de páginas | 86 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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