A tese central que este livro se propõe a explorar é a de que Pulp Fiction funcionou como o divisor de águas definitivo da década de 1990 porque destruiu, de forma irreversível, as fronteiras entre o "alta" e a "baixa" cultura. Tarantino provou que um filme preenchido por assassinos de aluguel, overdoses de heroína e diálogos repletos de palavrões e referências a hambúrgueres pop poderia carregar a mesma sofisticação estética, profundidade narrativa e relevância artística de qualquer drama histórico tradicional. Ao misturar a ironia metalinguística com o brutalismo urbano, a obra redefiniu o conceito de cool e abriu as comportas para o boom do cinema independente americano.
| Número de páginas | 86 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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