uando escrevi a primeira edição, eu via a criatividade como uma força inquieta: algo que rompe a mesmice, enfrenta resistências e procura caminhos onde o hábito vê paredes. Essa imagem continua válida, mas era incompleta. O novo nem sempre é bom; a ruptura nem sempre é inteligente; a ousadia pode ser fértil ou apenas imprudente. Era preciso distinguir criatividade de excentricidade e inovação de novidade vazia.
| Número de páginas | 93 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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