E se aquilo que sempre chamamos de milagre…
nunca tivesse sido sobrenatural?
E se a criação da humanidade não fosse um ato místico… mas um projeto?
Em Um ET chamado Jesus, a narrativa tradicional é revisitada sob uma perspectiva ousada — não para negar a fé, mas para ampliá-la.
Ao longo das páginas, os textos bíblicos são mantidos, respeitados e integrados à história como registros reais de eventos que, talvez, tenham sido interpretados de acordo com a limitação de compreensão da época. O que antes era descrito como divino, aqui é apresentado como tecnologia tão avançada que se tornava indistinguível do sobrenatural.
A proposta não é desacreditar.
É provocar.
Não é substituir Deus.
É questionar como o entendemos.
Porque, se uma civilização avançada participou da origem da vida na Terra…
isso elimina Deus — ou apenas revela um método?
Se Jesus foi enviado como um híbrido, portador de um código capaz de transformar a humanidade…
isso o torna menor — ou ainda mais extraordinário?
Este livro não desafia a fé.
Desafia a forma como a interpretamos.
E, talvez, ao final, a pergunta não seja se tudo isso é verdade…
Mas se estamos prontos para considerar que sempre estivemos olhando para o mesmo fenômeno — apenas com linguagens diferentes.
| Número de páginas | 78 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 90g |
| Idioma | Português |
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