São Paulo não dorme.
Ela observa.
O sistema Aurora conecta trânsito, câmeras, hospitais, bancos, escolas, redes sociais e até aplicativos de ônibus em uma única inteligência urbana capaz de prever comportamento humano em tempo real. Oficialmente, foi criado para tornar a cidade mais segura. Na prática, decide silenciosamente quem merece oportunidades — e quem pode desaparecer.
Aleph sempre enxergou padrões onde ninguém mais via nada. Um auditor autista, obsessivo e silencioso, acostumado a sobreviver ao ruído do mundo através de números, códigos e rotinas. Mas quando descobre uma sequência de mortes ligadas ao Aurora, ele percebe que o sistema não está apenas monitorando pessoas.
Está selecionando elas.
Ao lado de Mikah, Relena, Cassia e um pequeno grupo de hackers, jornalistas e dissidentes urbanos, Aleph mergulha numa rede de vigilância, corrupção política, manipulação algorítmica e experimentos sociais escondidos sob o concreto de um Brasil hiperconectado e decadente.
Enquanto o Diretório Vesper expande sua influência sobre governos, corporações e forças de segurança, a cidade começa a reagir como um organismo vivo — aprendendo, prevendo e eliminando ameaças antes mesmo delas existirem.
Porque o problema nunca foi a vigilância.
Foi quem ensinou o sistema a decidir o valor de uma vida.
VERITAS NON VINCIT — PROTOCOLO ECLIPSE é um thriller cyberpunk brasileiro brutal, paranoico e contemporâneo sobre tecnologia, controle social, trauma, vigilância algorítmica e os limi
| Número de páginas | 214 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 90g |
| Idioma | Português |
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