"Eu queria ser escritora. Costumava assinar os textos usando o vulgo Vitória Resta Um. Cheguei a começar a produzir um livro que se chamaria Manual da Alienação, mas joguei fora. Era para ser uma coisa meio notas do subsolo. Imaginava que algum dia pudesse escrever um livro de mil páginas, não me importando muito com qual seria o conteúdo, era apenas uma ambição a almejar antes de morrer. "
Vitória Moreira, 29 anos, lésbica, escritora.
Não é só sobre ela, é sobre seus amigos também. Mas é também sobre escrever um romance infinito. Por que romance infinito? Seria um plágio de Infinite Jest do David Foster Wallace (livro esse que nem li)? Ou quem sabe as citações a Thomas Pynchon e Brecht podem dar uma pista do estilo de livro que Vitória se propõe a ser.*
*"na realidade, dizia Brecht, só o fragmento traz a marca da autenticidade
Jean-Luc Godard
“O tempo todo apenas aprendendo a única lição da vida: que há mais acidente nela do que o homem poderá jamais admitir numa vida e continuar são.”
― Thomas Pynchon, V.
| Número de páginas | 587 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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