Ele foi condenado a atravessar não apenas a noite, mas a própria essência da existência.
Em trinta e seis capítulos, sua jornada revela que a carne não é vida, mas sentença; que o nome não é identidade, mas sombra; que o silêncio não é ausência, mas testemunho.
Cada passo o leva mais fundo na ruína: da carne ao vazio, da sombra ao horizonte, da cinza à eternidade.
Não há salvação, não há promessa — apenas a certeza de que tudo se consome e permanece como cinza infinita.
Este livro não é história de redenção.
É um espelho quebrado, onde cada fragmento reflete a condenação universal: existir é ruir.
E a ruína nunca morre.
| Número de páginas | 117 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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