Wallace Ferreira Oliveira convida o leitor a despir-se da exaustão causada pela autossuficiência e a encarar a própria vulnerabilidade como o ponto de partida para um repouso absoluto. Ao longo destas páginas, a narrativa abandona a pretensão de controle humano para mergulhar na dependência radical de uma presença que provê, restaura e guia. A jornada descrita não ignora os vales escuros, os predadores ou as feridas acumuladas na caminhada, mas os ressignifica sob o olhar de um cuidado que antecipa cada necessidade antes mesmo que ela se torne insuportável.
A obra é um convite ao desapego das mil vozes que clamam por atenção, propondo o exercício paciente de sintonizar o espírito a uma frequência de paz imutável. Através de uma prosa reflexiva e confessional, o autor demonstra que a proteção não é um escudo contra as vicissitudes da vida, mas a garantia de que, em toda queda, existe a unção capaz de curar e o cajado pronto para realinhar a rota. É um testemunho sobre encontrar abrigo na casa de quem conhece o nome de cada ovelha, transformando o cansaço do caminho na certeza inabalável de uma morada definitiva onde a bondade transborda toda compreensão.
| Número de páginas | 148 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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