Em 586 antes de Cristo, um povo perdeu a cidade, o templo, o rei e o exército. Foi levado para a capital do maior império do mundo conhecido, e teve setenta anos para concluir que o seu Deus havia perdido.
É a esse povo que Isaías 40 a 48 foi dirigido.
E a primeira palavra não é cobrança. É consolo.
Este livro percorre nove capítulos de Isaías em vinte e duas exposições, e faz a mesma pergunta em todas: o que muda se isto for verdade?
Não oferece explicação para o sofrimento de ninguém, e diz isso com todas as letras. Não resolve as tensões doutrinárias que encontra, e registra quais são. E não usa ilustrações que não resistem a verificação — várias das mais queridas da pregação evangélica são desmontadas ao longo do caminho.
O que oferece é o que o profeta ofereceu a um povo derrotado: um Deus que mede oceanos na concha da mão, chama cada estrela pelo nome e não permite que uma só venha a faltar.
E que se dirige a esse povo com uma ordem de três palavras.
Levantai os olhos.
Quarenta e oito capítulos depois, com outra.
Saí de Babilônia.
| Número de páginas | 689 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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