Depois de enfrentar guerras, impérios, profecias e forças capazes de decidir o destino de civilizações inteiras, José Monteiro descobre que existe algo que nem todo o poder do Universo consegue salvar: o tempo. A Mulher que o Universo Apagou é uma coletânea de poemas situada após o Final A de O Início do Fim: O Último Suspiro da Humanidade — O Juízo dos Deuses, acompanhando a relação entre José e Brunix através do amor, da família, das últimas horas de uma realidade e da memória que permanece quando tudo o resto desaparece. Durante trezentos e sessenta e cinco dias, José tenta fazer aquilo que durante grande parte da sua vida esqueceu: viver. Não como Montarion. Não como salvador. Não como o homem capaz de enfrentar o próprio Universo. Apenas como José, ao lado da mulher que ama e dos filhos com quem construiu uma vida que nunca deveria ter sido possível. Mas quando o Universo muda, Brunix desaparece da História. Os lugares permanecem. As cidades continuam. As estrelas continuam a existir. Só que ninguém se lembra dela. Ninguém, exceto José. Entre poemas sobre dois mundos que aprenderam a tocar-se, o último ano juntos, o nascimento de uma família, algumas horas de eternidade e a solidão de ser o único homem a recordar uma vida que o próprio Universo apagou, esta obra transforma o Final A numa viagem íntima sobre amor, perda, memória e existência. Porque talvez esquecer seja uma forma de sobreviver. Mas José Monteiro não teve esse privilégio. O Universo esqueceu Brunix. Ele nã
| Número de páginas | 24 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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