Durante grande parte de sua história, o videogame foi visto apenas como uma forma de entretenimento, associado principalmente à infância e ao passatempo. Entretanto, sua evolução revelou uma possibilidade artística inédita: uma forma de expressão na qual o público não apenas observa uma obra, mas participa ativamente de sua realização. A Oitava Arte: Uma Estética Filosófica do Videogame investiga o lugar dos jogos eletrônicos na história da arte e analisa quais características tornam o videogame uma linguagem artística própria.
O livro parte da pergunta fundamental: por que o videogame merece ser considerado uma nova forma de arte? Para responder a essa questão, examina aquilo que diferencia os jogos das artes tradicionais: a interatividade, a liberdade de ação, a construção de mundos virtuais e a transformação do jogador em participante da obra. Diferentemente de um romance, filme ou pintura, o videogame não apresenta apenas uma experiência para ser contemplada; ele cria um espaço no qual a ação humana se torna parte da própria expressão artística.
| Número de páginas | 93 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 150g |
| Idioma | Português |
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